segunda-feira, 7 de março de 2011

INFARTO FEMININO



"...Ela comentou que não se sentia bem... Lhe doíam as costas.... Foi deitar-se um pouco até que passasse.. Mais tarde, quando fui ver como ela estava, a encontrei sem respiração...
Não a puderam reviver..."

Comentou o marido ao médico já no Hospital.
Eu sabia que os ataques cardíacos nas mulheres são diferentes, mas nunca imaginei nada como isto. Esta é a melhor descrição que li sobre esta terrível experiência.. .

Sabias que os ataques cardíacos nas mulheres raramente apresentam os mesmos sintomas 'dramáticos' que anunciam o infarto nos homens? Me refiro à dor intensa no peito, o suor frio e o desfalecimento (desmaio, perda de
consciência) súbito que eles sofrem e que vemos representados em muitos filmes.
Para que saibam como é a versão feminina do infarto, uma mulher que experimentou
um ataque cardíaco nos vai contar sua história:


'Eu tive um inesperado ataque do coração por volta de 22h30min, sem haver feito nenhum esforço físico exagerado nem haver sofrido algum trauma emocional que pudesse desencadeá-lo. Estava sentada, muito agasalhadinha, com meu gato nos joelhos vendo novela.
Um pouco mais tarde, senti uma horrível sensação de indigestão, como quando -
estando com pressa - comemos um sanduíche, engolindo-o com um pouco de água.


Esta foi minha sensação inicial... O 'único problema' era que eu NÃO HAVIA comido NADA desde às 17h00min...
Depois, desapareceu esta sensação e senti como se alguém me apertara a coluna vertebral (pensando bem, agora acredito que eram os espasmos em minha aorta).
Logo, a pressão começou a avançar para o meu esterno (osso de onde nascem as costelas no peito). O processo continuou até que a pressão subiu à garganta e a sensação correu, então, até alcançar ambos os lados de meu queixo.
Tirei os pés do puff e tratei de ir até o telefone, mas caí no chão...
Me levantei me apoiando em uma cadeira e caminhei devagar até o telefone para
chamar a emergência. Lhes disse que acreditava que estava tendo um ataque cardíaco e descrevi meus sintomas. Tratando de manter a calma, informei o que se passava comigo. Eles me disseram que viriam imediatamente e me aconselharam deitar-me perto da porta, depois de destrancá-la para que pudessem entrar e me
localizar rapidamente.
Segui suas instruções, me deitei no chão e, quase imediatamente, perdi os sentidos.

Acordei com o cardiologista me informando que havia introduzido um pequeno balão em minha artéria femural para instalar dois 'stents' que mantivessem aberta minha artéria coronária do lado direito.


Graças a minhas explicações precisas, os médicos já estavam esperando prontos para atender-me adequadamente quando cheguei ao hospital.

Dicas importantes:

1. Dizem que muito mais mulheres que homens morrem em seu primeiro (e último) ataque cardíaco porque não identificam os sintomas e/ou os confundem com os de uma indigestão. CHAMEM a AMBULÂNCIA, se sentem que seu corpo experimenta algo estranho. Cada um conhece o estado natural (normal) de seu corpo. Mais vale uma 'falsa emergência' do que não atrever-se a chamar e perder a vida...
2. Notem que disse 'chamem os Paramédicos/Ambulância'. AMIGAS, o tempo é
importante, e as informações precisas também.


3. Não acreditem que não possam sofrer um ataque cardíaco porque seu colesterol é normal ou 'nunca tiveram problemas cardíacos'...
Os ataques cardíacos são o resultado de um stress prolongado que faz que nosso sistema segregue toda classe de hormônios daninhos que inflamam as artérias e tecido cardíaco.Por outro lado, as mulheres que estão entrando na menopausa ou já a ultrapassaram, perdem a proteção que lhes brindava os estrogênios, pelo
que correm igual risco de sofrer mais problemas cardíacos do que os homens.

CUT Paraíba inicia organização do Dia 8 de Março


A Central Única dos Trabalhadores na Paraíba (CUT-PB) já iniciou a preparação para as comemorações da Semana da Mulher Trabalhadora. O objetivo da entidade é buscar construir o Dia 8 de Março, data que marca a Comemoração Internacional pelo Dia da Mulher, em conjunto com os movimentos feministas e sociais.
Segundo Luzenira Linhares, do Coletivo Estadual de Mulheres da CUT, historicamente, as mulheres CUTistas já têm trabalhado nos anos anteriores buscando esta construção coletiva com os diversos movimentos.

Luzenira explicou que a 1a reunião deste ano, realizada na última quarta-feira (dia 19), contou com as seguintes representações: Fórum de Mulheres da UFPB, Rede de Mulheres em Articulação da Paraíba, Fórum Estadual de Mulheres e Marcha Mundial das Mulheres.
“Foi feito um breve debate sobre os eixos gerais orientados nacionalmente, que são: ‘Pelo Fim da Violência Contra a Mulher’; ‘Igualdade no Trabalho: mulheres em todas as profissões e em todos os cargos!’  ‘Creches Públicas e valorização do Salário Mínimo”, destacou a sindicalista.
Segundo ela, ficou definida que a comissão organizadora seria formada pelas representações presentes na reunião. O próximo encontro ficou marcado para o dia 04 de fevereiro, na sede da CUT, no Centro, em João Pessoa.
“E que até lá cada organização construirá nos seus coletivos as propostas para serem aprofundadas na próxima reunião, como também iniciaria um trabalho de mobilização nas suas respectivas bases objetivando envolver o maior número de mulheres nas atividades alusivas que provavelmente serão na semana seguinte ao dia 08 de Março”, explicou Luzenira. 

Da Ascom da Cut

A data não vai passar em branco, mas será comemorada nos dias 16 e 17 de março

Carnaval adia programações sobre o Dia Internacional da Mulher

Postado por Janaine Aires em Noticia , dia 28/02/2011 às 10:47h
Fonte: Da redação
O dia 8 de março é um dia de comemorações para as mulheres e, mais do que isto, é um tempo de reflexão sobre o papel da mulher na sociedade. Este ano, a data coincidiu com as festividades do carnaval. Por isso, as atividades foram adiadas para os dias 16 e 17 de março. Contudo, o 8 de março não vai passar em branco. Os movimentos feministas também participarão dos blocos carnavalescos com a distribuição de panfletos, faixas e camisetas especiais.
A mudança na data foi feita para que as comemorações não percam visibilidade. Este ano, a temática será “Violência contra mulher, tolerância nenhuma”. Irene Marinheiro, Coordenadora Geral do Centro 8 de março, adianta que no dia 16 de março será realizado um ato público, cuja concentração acontecerá na Lagoa. São esperadas aproximadamente 150 mulheres para uma caminhada que culminará na entrega de um documento ao Governador do Estado, Ricardo Coutinho (PSB).
O documento demonstrará a insatisfação dos movimentos feministas com as mudanças da Secretaria de Políticas para Mulheres. A medida provisória número 160/2011, assinada pelo governador, soma à Secretaria de Políticas para Mulheres a temática da Diversidade Humana, o que gera descontentamento nos setores de representação femininos. “A diversidade humana é muito ampla. Para nós, a secretaria não vai atender as demandas de mulheres”, explica Irene.
No dia 17, estão agendadas mais atividades. Pela manhã, no auditório do Sintep, o movimento está organizando uma palestra para discutir as Políticas Públicas para mulheres. Já no turno da tarde, acontecerá a entrega do diploma Edinalva Bezerra. As atividades são organizadas pelos movimentos de mulheres: o Centro 8 de março, a Cunhã, o Fórum de Mulheres, as secretarias de mulheres dos sindicatos e pela CUT.
História de Luta
Em todo o planeta, a data ganhou significado especial depois do episódio de crueldade que ceifou a vida de operárias de uma fábrica de tecidos, na cidade de Nova Iorque. As operárias ocuparam a fábrica para reivindicar melhores condições de trabalho (redução da carga horária de 16h para 10h e equiparação de salário e tratamento), quando foram trancadas e incendiadas. A violência da repressão vitimou 130 tecelãs norte americanas. Na Paraíba, o movimento feminista permanece na luta contra a violência e pela preservação de direitos. E já se organiza para demonstrar repúdio à veiculação de mensagens que desqualificam conquistas, como a Lei Maria da Penha, que vem sendo apelidada de “Lei Maria da Peia” e mesmo como a “Lei Maria Rapariga”. “A Lei Maria da Penha incomoda e demonstra que o sentimento de posse do homem pela mulher ainda existe. Precisamos dar prosseguimento às lutas”, disse Isabela Candeia, articuladora do Centro 8 de março.

Universidades Federais vão formar 6.700 pessoas em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça


Curso gratuito será ministrado em 18 universidades federais das cinco regiões do País e atenderá pessoas de nível médio e superior.
Formar 6.700 gestores e gestoras para a condução das políticas públicas de gênero e raça. Esse é um dos objetivos do curso gratuito de formação em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça que será desenvolvido por 18 universidades federais das cinco regiões do país para pessoas de nível médio e superior.
A iniciativa é resultado da parceria entre Ministério da Educação, Secretaria de Políticas para as Mulheres, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher - UNIFEM Brasil e Cone Sul, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA e Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - CLAM/UERJ.
O curso utiliza a plataforma da Universidade Aberta do Brasil, composto por um sistema integrado de universidades públicas através da metodologia da educação à distância com uso de ferramentas de aprendizagem e conteúdo ministrados pela internet. Estão programados de dois a três encontros presenciais.
A formação em gestão de políticas de gênero e raça é uma oportunidade para instrumentalizar gestores, interessados a ingressar na carreira de administração pública ou lideranças de ONGs para intervenção no processo de concepção, elaboração, implementação, monitoramento e avaliação dos programas e ações de forma a assegurar a transversalidade e a intersetorialidade de gênero e raça nas políticas públicas.
O público-alvo é formado por servidoras e servidores dos três níveis da administração pública, integrantes dos Conselhos de Direitos da Mulher, dos Fóruns Intergovernamentais de Promoção da Igualdade Racial, dos Conselhos de Educação, gestores e gestoras das áreas de educação, saúde, trabalho, segurança e planejamento e dirigentes de organismos não governamentais ligados à temática de gênero e da igualdade etnicorracial.
Formas de participação e conteúdoSão duas as modalidades de participação: Aperfeiçoamento, com carga horária total de 300 horas, para profissionais de nível médio; e de Especialização, com carga total de 380 horas, para profissionais de nível superior. Para a modalidade Especialização, ao final do curso, deverá ser apresentado um trabalho de conclusão de curso (TCC).
Os conteúdos estão divididos em seis módulos: Políticas Públicas e Promoção da Igualdade, Políticas Públicas e Gênero, Políticas Públicas e Raça, Estado e Sociedade e Gestão Pública. A coordenação e a definição de conteúdos são compartilhadas por pesquisadores e pesquisadoras de gênero e raça, entre os quais estão ativistas de mulheres, feministas e movimentos negro e de mulheres negras.
Inscrições As universidades federais de Minas Gerais e do Pará foram as duas primeiras instituições que abriram as inscrições, em 2010. Na UFMG, foram disponibilizadas 500 na Universidade Federal do Pará, 300 vagas.  O cronograma de cursos das demais instituições deverá ser consultado no site das universidades.
Os cursos de Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça serão iniciados em 2011 nas seguintes instituições de ensino superior: UNEB, UFPI, UFSM, UFPB, UFMA, UFS e UFPE .
I.Critérios de Inscrição e Seleção de Cursista 1. Aperfeiçoamento/Extensão GPP-GER (300h)
 Pré-Requisito : Conclusão do Ensino Médio.

2. Especialização GPP-GER (360h)
Pré-Requisito : Conclusão do curso superior em qualquer área do conhecimento.

II. Critérios de preenchimento das vagas
 
1) Os inscritos deverão comprovar efetivo exercício na Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal, ou no Terceiro Setor na área de políticas públicas, programas e ações voltadas para gênero e raça, preferencialmente, nas áreas de planejamento, orçamento, gestão, elaboração, monitoramento e avaliação. O candidato deverá comprovar também que é membro dirigente de Conselhos da Mulher, Conselhos de Educação, dos Fóruns de Promoção da Igualdade Racial ou dirigente de organização da sociedade civil.
 2) As vagas deverão ser preenchidas conforme os seguintes percentuais: 30% para gestores dos três níveis da Administração Pública, 20% para os integrantes de Conselhos da Mulher, 20% para os integrantes dos Conselhos de Educação, 20% para os integrantes de Fóruns Intergovernamentais de Promoção da Igualdade Racial e 10% para os dirigentes de organizações da sociedade civil.
 3) Os critérios de cor/raça e sexo deverão ser considerados proporcionalmente na seleção dos cursistas em cada segmento proposto.

Fonte: ONU Mulheres/SPM/MEC e SEPPIR

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O II SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE EXCLUSÃO, INCLUSÃO E DIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO -UFPB

O II SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE EXCLUSÃO, INCLUSÃO E DIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO acontecerá entre 22 a 25 de março de 2011, e mais uma vez trará à capital paraibana, os principais nomes da área para debater a questão da inclusão social, como premissa para que possamos construir um país mais humano, democrático e solidário. Sem dúvida alguma, as experiências e pesquisas do Brasil e de outras partes do mundo contribuirão para que possamos vislumbrar alternativas de superação da condição de exclusão em que vive boa parte da população mundial.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

MULHERES COM DEFICIÊNCIA TERÃO ATENDIMENTO ADAPTADO


São inúmeras as reivindicações de mulheres portadoras de necessidades especiais que têm grandes dificuldades em encontrar hospitais que oferecem atendimento adaptado, tanto em entidades públicas quanto particulares. Agora, a realidade de muitas delas pode mudar!


No Jornal Folha de São Paulo de hoje, 09, foi divulgado que a partir do próximo mês, o Hospital Municipal Maternidade-Escola de Vila Cachoeirinha (na zona norte de São Paulo), passará a oferecer atendimento especializado a mulheres com deficiência.


Segundo a publicação, o Hospital terá camas especiais para a realização de exames ginecológicos, um mamógrafo que permitirá a mulher submeter-se ao exame sem sair da cadeira de rodas, além de aparelhos para a transferência da paciente ao leito.


A iniciativa, inédita no Brasil, é da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, que arcou com metade dos gastos. Já o restante, foi obtido por meio de convênio firmado com o Ministério Público Federal para a conversão de multas de empresas que apresentam problemas nas cotas de emprego para deficientes em aparelhos adaptados para o hospital. Até agora, o investimento foi de R$ 500 mil.


Este é um importante passo para amparar as mulheres portadoras de necessidades que precisam de cuidados especiais. Para tanto, existe a preocupação em treinar e capacitar os profissionais de saúde do hospital e maternidade. Pensando nisso, a secretaria planeja criar um manual de procedimentos, com o objetivo de aborda aspectos comportamentais e morfológicos das pacientes deficiências.


A estimativa é que até o final de 2010, outros quatro hospitais das outras regiões da cidade (sul, leste, oeste e centro) recebam equipamentos adaptados para atendimento a deficiências.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Aventuras acessíveis

Aos poucos, as atividades radicais se adaptam aos deficientes, que surpreendem quando se trata de superar os próprios limites. Confira roteiros no ar, na terra e na água
Mônica Cardoso, especial para o iG São Paulo
Veja também:
Museus e atrações adaptadas no mundo
As piscinas naturais do Nordeste

Sentir um friozinho na barriga e o coração disparar são reações comuns nos esportes de aventura. E não são privilégio de poucos. Basta ter coragem para encarar o desafio e superar seus próprios limites.
Aos poucos, centros de ecoturismo e operadoras começam a se adaptar a um público muito especial: deficientes físicos, auditivos, visuais e mentais – que representam quase 25 milhões de pessoas no País.
Com os equipamentos adequados e profissionais capacitados, qualquer praticante pode sentir a adrenalina das atividades radicais. Pensando nisso, selecionamos alguns roteiros no ar, na terra e na água.
SOCORRO – SÃO PAULO



Divulgação
Para se sentir voando na tirolesa, o passageiro vai na horizontal


Referência nacional no turismo acessível, o Parque dos Sonhos adaptou todas as atividades de aventura. Fãs de esportes radicais podem se esbaldar em 14 opções diferentes nos rios, cachoeiras, grutas e trilhas do complexo, sempre acompanhados por instrutores especializados.
A grande atração é o circuito com sete tipos de tirolesas. A cadeirinha maior e mais confortável foi desenvolvida especialmente para os cadeirantes. Na Tirolesa do Pânico, com um quilômetro de extensão, o visitante cruza literalmente voando a fronteira entre São Paulo e Minas Gerais, a 140 metros de altura em menos de um minuto.
No arvorismo, os corajosos caminham em uma ponte de madeira suspensa entre as copas das árvores, protegida por redes, em um trajeto de 250 metros na copa das árvores. Cansou? Ainda tem acquaride, boiacross, canoagem, rapel...
Parque dos SonhosEndereço: Estrada da Varginha, Km 7
Telefone: (19) 3955-0184
Preços: O preço da entrada é R$ 10. A Tirolesa do Pânico pode ser praticada por todos e custa R$ 30. O arvorismo pode ser praticado por deficientes auditivos, visuais e mentais e custa R$ 40
FERNANDO DE NORONHA – PERNAMBUCO


Zaira Matheus/Divulgação
A falta de gravidade debaixo d'água facilita os movimentos


O arquipélago é um paraíso para os mergulhadores que nadam ao lado de peixinhos multicoloridos, golfinhos e tartarugas. E não tem desculpa: qualquer pessoa pode descobrir as belezas desse santuário submerso.
Os instrutores guiam os deficientes visuais que podem tocar nos recifes de corais e ter a sensação de “voar” debaixo d’água. Já os deficientes auditivos levam vantagem na comunicação por meio de sinais.
A ausência de gravidade aumenta a liberdade dos deficientes físicos, que se locomovem com mais facilidade. Além disso, alguns equipamentos são adaptados – como nadadeiras com prótese e luvas espalmadas – para quem tem mobilidade reduzida.
Atlantis DiversEndereço: Praça do Cruzeiro, sem número, Vila dos Remédios
Telefone: (84) 3206-8840
Preço: A partir de R$ 240 para mergulhadores credenciados. Inclui o aluguel de cilindro

BROTAS – SÃO PAULO


Divulgação
Não faltam corredeiras no percurso do rafting


Na cidade que é sinônimo de aventura, não falta adrenalina. E com os equipamentos adequados, qualquer pessoa pode encarar as atividades que são de tirar o fôlego. Famosa pelo rafting, o visitante deve se preparar para muitos banhos de água enquanto desce as ondas e corredeiras do Rio Jacaré-Pepira. O passeio ganha um toque extra de emoção quando é feito nas noites de lua cheia.
Já no cachoeirismo, a ideia é descer por rapel os 50 metros da Cachoeira Santa Eulália, ouvindo o barulhão forte da água, com direito a muitos respingos. Os cadeirantes recebem equipamento peitoral e contam com uma mãozinha dos condutores.
Quer apenas sentir o ventinho no rosto enquanto sobrevoa os vales e cachoeiras da região? A dica é o trike, uma asa delta motorizada. Enquanto o piloto dirige o equipamento, a 300 metros de altura, você só precisa apreciar o passeio, que fica ainda melhor no pôr-do-sol.
EcoAçãoEndereço: Avenida Mário Pinotti, 205
Telefone: (14) 3653-9140
Preços: O rafting custa a partir de R$ 80, cachoeirismo desde R$ 35 e trike a partir de R$ 85. As três atividades podem ser praticadas por todos

BONITO - MATO GROSSO DO SUL


Marcelo Krause/Divulgação
O Abismo Anhumas é uma explosão de sons, cores e percepções


Quem já visitou o Abismo Anhumas garante: é uma experiência única. E que pode ser adaptada para qualquer praticante. A entrada é por uma fenda na rocha. É preciso descer 72 metros por rapel. Não é necessário fazer força – os condutores estão lá para ajudar. 
No interior, um enorme lago do tamanho de um campo de futebol surpreende. A água é tão cristalina que é possível ver os peixinhos mesmo do lado de fora do lago. Os deficientes visuais têm uma experiência sensorial com os ruídos da caverna, a variação de luz e temperatura.
A bordo de um bote pode-se percorrer a caverna, repleta de grandes cones de calcário de até 20 metros de altura, formados há milhares de anos. Para ficar mais perto deles, dá para cair na água gelada e flutuar na superfície em meio às formações rochosas. Já os mergulhadores mais experientes podem ir mais fundo no lago que oferece 40 metros de visibilidade.
Abismo AnhumasEndereço: Rua General Ozório, 681, Centro
Telefone: (67) 3255-3313
Preços: R$ 465 para descida de rapel, flutuação no lago e passeio de bote. Inclui aluguel de equipamento de mergulho
MACEIÓ - ALAGOAS


Divulgação
As jangadas contam com espaço para fixar cadeiras de rodas


Quando a maré abaixa, belas piscinas naturais se formam na praia de Pajuçara, em Maceió. Para chegar até lá, distante dois quilômetros da costa, pegue carona nas jangadas de pescadores, que foram adaptadas aos cadeirantes.
Para driblar a areia fofa da praia, rampas de bambus foram construídas para chegar até a beira do mar. Com mais de seis metros de comprimento, elas são maiores do que as convencionais e contam com espaço para fixar as cadeiras de rodas.
Naquele mar azul-turquesa, não deixe de dar um mergulho nas águas morninhas e rasas, cheias de peixinhos. O passeio custa R$ 20 por pessoa e os jangadeiros ficam em uma barraquinha em frente à balança de peixe da Pajuçara.

*Preços pesquisados em fevereiro/2011
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