terça-feira, 22 de março de 2011

Museu guarda memória da luta dos deficientes físicos por seus direitos




O Museu da Pessoa com Deficiência é pequeno e ocupa pouco espaço. O memorial foi criado para que a história não se perca, uma luta que começou em 1981, Ano Internacional da Pessoa com Deficiência, tempo de passeata pelo centro de São Paulo, com cadeirantes e até uma mulher em uma maca. Os cartazes eram tão simples quanto os desejos.
A jornalista Lia Crespo estava lá. “Quando eu comecei, eu não esperava usufruir de nenhum dos resultados da minha luta. É legal me ver naquela imagem e pensar nisso, pensar no que eu esperava e o que a gente, de fato, conquistou”, afirma.
Caminhos sinalizados, informações em braile, áudio para substituir a leitura: essas são algumas conquistas reunidas no Memorial da Inclusão.
Na língua dos sinais, Natalia Frazão organiza como deve ser feita a entrevista. “Gostei bastante desse museu que contempla as pessoas com deficiência e a cultura”, aponta um rapaz.
É uma oportunidade rara. O radialista Beto Pereira pode dizer que viu uma obra de Portinari. “Uma replica perfeita eu consigo sentir os tecidos, o crucifixo. Eu já li muito sobre Candido Portinari, mas ter contato com a obra em si, esse contato tátil é algo que emociona”, comenta.
“Ao construir esse espaço acessível, um dos objetivos foi que as pessoas, principalmente as pessoas com deficiência, participem desse espaço que foi feito para elas”, aponta a curadora do Memorial da Inclusão, Elza Ambrósio.
Jornal Nacional
Fonte:
.tvcanal13.com/blog

segunda-feira, 21 de março de 2011

CPB e Comitê Organizador Rio 2016 celebram 2 mil dias para a Paraolimpíada do Brasil



Atualizado em 19/03/2011 17:27
Andrew Parsons, Leonardo Gryner e Carlos Nuzman reafirmaram a integração entre olímpicos e paraolímpicos
CPB e Comitê Organizador Rio 2016 celebram 2 mil dias para a Paraolimpíada do Brasil
Exemplus/CPB
O Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) homenageou, nesta sexta-feira, 18, o Comitê Organizador Rio 2016 pela comemoração dos 2.000 dias para a abertura dos Jogos Paraolímpicos do Brasil. O presidente do CPB, Andrew Parsons, entregou ao diretor geral do Comitê Organizador Rio 2016, Leonardo Gryner, uma placa, agradecendo o empenho da instituição no planejamento dos Jogos.

“Essa é uma homenagem de todo o Movimento Paraolímpico, aqui representado pelos presidentes da nossa assembleia geral e pelos atletas de Brasília, para o Comitê Organizador do Rio 2016 em reconhecimento pelo tratamento equânime que vem sendo dado aos dois eventos”, explicou Parsons.

“Queria dizer da minha felicidade de ter um comitê organizador único para os dois eventos. Essa parceria começou em 2001, quando lançamos a candidatura em conjunto para o Pan e Parapan do Rio 2007. E foi um sucesso absoluto. Um dos legados do Pan foi esse: que a mesma cidade sediasse as duas competições. Desde início a intenção desse comitê era unir o esporte brasileiro em uma mesma comissão”, destacou o presidente do CPB.

“Estamos extremamente alinhados, temos muito em comum. Quero ser testemunha que este comitê tem procurado organizar no mais alto nível os Jogos Olímpicos e os Jogos Paraolímpicos Rio 2016. Não tenho dúvida nenhuma de que nós vamos ter os maiores Jogos Paraolímpicos da história”, finalizou Parsons.

O diretor geral do Rio 2016, Leonardo Gryner, reforçou o testemunho do presidente do CPB:

“Obrigada, em nome do Nuzman, por essa linda homenagem. O nosso presidente tem um grande compromisso, que é passado para todos nós dentro da organização, para garantir uma total integração do nosso planejamento e para que, obviamente, o mesmo nível de serviço seja garantido nas duas competições, contribuindo para deixar um legado para o País”, afirmou Gryner.

“Acho que nossa próxima meta como legado deve ser conseguir conscientizar a sociedade brasileira sobre a necessidade de incorporar no seu dia a dia as questões referentes à acessibilidade”, ressaltou o diretor do Comitê Organizador.

Gryner aproveitou a ocasião para atualizar os trabalhos que estão sendo desenvolvidos.

“Estamos agora começando o desenvolvimento da logomarca dos Jogos Paraolímpicos e esperamos, até o segundo semestre desse ano, anunciá-la.”

O presidente do Comitê Organizador dos Jogos do Rio 2016, Carlos Nuzman, não pôde estar presente, mas enviou uma mensagem por vídeo agradecendo à homenagem.

“Hoje comemoramos 2.000 dias para a cerimônia de abertura dos Jogos Paraolímpicos Rio 2016. É um dia de festa, de comemorar os avanços, seja na organização, na preparação, mas, mais do que isso, na vontade, no espírito e na certeza de teremos no Rio 2016 os Jogos Paraolímpicos de maior sucesso da história de todas as Paraolimpíadas já realizadas. Vamos trabalhar muito duro, como se todos os dias já fossem da cerimônia de abertura.”

Parceria com o Distrito Federal

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, não pôde participar da cerimônia, conforme estava previsto. Por isso, Andrew Parsons, apenas anunciou a parceria firmada entre o CPB e o Governo do DF.
“Além de comemorar os 2000 dias estamos, em parceria com o GDF, lançando o Plano de Desenvolvimento do Esporte Paraolímpico do Distrito Federal. Não vamos lançar de forma oficial, mas gostaria que soubessem desse firme propósito do nosso governador.”

Movimento representado

Não só a diretoria do Comitê Paraolímpico Brasileiro participou da cerimônia de comemoração dos 2.000 dias para a abertura das Paraolimpíadas do Rio 2016. Os atletas do Distrito Federal marcaram presença. Também participaram os dirigentes de todas as entidades que desenvolvem o Esporte Paraolímpico no país. Isso porque a Assembleia Geral do CPB, que ocorreria 31 de março, foi antecipada para o dia 18, para que coincidisse com a data comemorativa.

No encontro, o presidente Andrew Parsons apresentou o Relatório Anual de 2010 do CPB e ressaltou o crescimento da entidade nos últimos anos. Apoiado pelo Governo Federal e parceiros/patrocinadores, o Comitê alcançou resultados expressivos em diversas áreas: o número de atletas inscritos em modalidades paraolímpicas superou o de anos passados, as inserções na mídia aumentaram e o orçamento teve um crescimento. Tudo isso, refletiu nos resultados dos atletas, que alcançaram marcas históricas.
Assessoria de Imprensa do Comitê Paraolímpico Brasileiro
Diogo Mourão (diogo@mediaguide.com.br / 21 8301-0149)
Manoela Penna (manoela@mediaguide.com.br) / 21 8301-0123)
Em Brasília
Thalita Kalix (Media Guide) - (thalita.kalix@cpb.org.br / 61 3031 3035 / 61 8161 9271)
Janaína Lazzaretti (CPB) – (janaina.lazzaretti@cpb.org.br / 61 3031 3035 / 61 8161 9271
Fonte: cpb

sábado, 19 de março de 2011

Sem sair do lugar - Mara Gabrilli se recusa a desembarcar de avião sem equipamento






Confira na íntegra a opinião do Jornal Folha de S. Paulo sobre o episódio ocorrido com a Deputada Federal

Com razão a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) recusou-se a sair do jato que a trazia de Brasília ao aeroporto de Guarulhos. A parlamentar, que depende de cadeira de rodas para se locomover, chamava a atenção para a ausência de equipamentos adequados ao desembarque de pessoas com deficiência no maior aeroporto do país e um dos 40 mais movimentados do mundo.

O avião da TAM pousara num local distante, ficando impossibilitado o desembarque pelos "fingers", as passarelas de acesso direto aos portões do aeroporto.
Em casos desse tipo, os regulamentos da Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) são claros. Determinam que as empresas aéreas "deverão oferecer veículos equipados com elevadores ou outros dispositivos apropriados para efetuar, com segurança, o embarque e desembarque de pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida".

O artigo 20 da extensa Norma Operacional da Aviação Civil (Noac) de 2009 não estava sendo levado em conta, entretanto, naquela noite de quarta-feira. Não se achavam disponíveis os elevadores adequados, os chamados "ambulifts". A opção oferecida foi a de que os próprios comissários carregassem, sabe-se lá com que desconforto e constrangimento, a deputada para fora do avião.

Ela exerceu, entretanto, seu direito de recusar-se a tal procedimento. Só depois de longa espera, que ela estipula em duas horas e a TAM reduz à metade, encontrou-se um "ambulift", fora de uso.

Talvez não estivesse sendo usado pelo receio de que se reproduzisse o acidente que vitimou, no aeroporto de Congonhas, o arquiteto Fernando Porto de Vasconcelos. Desde dezembro, ele está em coma, após ter batido a cabeça, numa freada brusca do aparelho.

Vale lembrar que, se avisadas com antecedência, as autoridades poderiam determinar que o avião trazendo alguma pessoa com deficiência tivesse prioridade para pousar em áreas mais próximas dos saguões de desembarque, contando com acesso garantido aos "fingers" nos aeroportos.

Mas faltam "fingers", "ambulifts" e o que quer que seja necessário para facilitar a vida dos cadeirantes no país. Não faltam regulamentos, todavia. Felizmente, não falta mais, hoje em dia, quem se disponha a protestar.

Fonte: Folha de S.Paulo - Opinião/Editoriais (08/03/10)

Jogos Olímpicos e Paraolímpicos 2016



Selecionada como uma das sedes do futebol nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, Brasília quer mais. A capital pleiteia agora ser uma das cidades que receberão as delegações estrangeiras para aclimatação e treinamento na Olimpíada e na Paraolimpíada de 2016. Só que terá que construir e reformar diversos pontos para entrar nos padrões estabelecidos pelo Comitê Paraolímpico Internacional (IPC). Quem faz o alerta é o diretor-geral dos Jogos Rio-2016, Leonardo Gryner.
Gustavo Moreno/CB/D.A Press
Acessibilidade no transporte público é fundamental para Brasília ser escolhida pelo Comitê Paraolímpico Internacional


“Temos um processo de seleção em andamento até o próximo dia 5, quando faremos um seminário com as cidades pré-selecionadas para explicar quais são os requerimentos que elas deverão atender. Vamos trabalhar muito duro, como se todos os dias já fossem o da cerimônia de abertura”, avisa Gryner. Entre as possíveis adaptações estão a instalação de sinais sonoros, rampas de acesso ao meio-fio, escadas rolantes e elevadores públicos, além de calçadas padronizadas e transporte público com acessibilidade.

Segundo Gryner, o desejo do comitê organizador dos Jogos é sensibilizar a sociedade para que as mudanças na acessibilidade não sejam temporárias. “As pessoas devem ampliar o conceito de que acessibilidade não é só para pessoas deficientes. A sociedade brasileira precisa se conscientizar de que diferentes grupos têm necessidades especiais, como crianças, idosos, grávidas ou pessoas que se machucaram e precisam usar muleta ou cadeira de rodas temporariamente. Queremos deixar isso como legado.”

Apostando em Brasília como cidade-modelo para o esporte adaptado, a Secretaria de Esportes diz que criou três metas para os próximos anos. “Queremos ter uma seleção de atletas de Brasília nas Paraolimpíadas e estabelecemos o alto rendimento como objetivo. Já começamos a fazer um trabalho voltado aos deficientes nas Vilas Olímpicas e faremos todas as adaptações necessárias nos locais que servirão de centro de treinamento para as delegações de outros países”, garante o secretário da pasta, Célio René. A Secretaria promete divulgar os locais inscritos para receber as seleções estrangeiras no início da próxima semana.

Cidade-modelo

A pedido do governador do DF, Agnelo Queiroz, o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) criou um plano de desenvolvimento do esporte paraolímpico na cidade. Sem data para implementação ou valor do investimento, o presidente do CPB, Andrew Parsons, revela três iniciativas que permitirão que ele se torne realidade ainda neste ano. “Os projetos principais do plano são: a criação do Centro de Treinamento de Atletismo (aproveitando a estrutura já existente, mas fazendo melhorias e contratando pessoal), do Centro de Excelência em Cadeira de Rodas e do Time Brasília (com atletas de alto rendimento)”, afirma.De olho na experiência militarLeonardo Gryner destaca que o momento ainda é de organização e planejamento dos Jogos de 2016. Somente a partir de 2013 serão incorporadas as equipes operacionais. Até lá, o Brasil se dedica a aprender com a experiência de outros países que sediaram as Olimpíadas e as Paraolimpíadas e terá a oportunidade de ver de perto a realização dos Jogos Mundiais Militares, em julho, no Rio de Janeiro.

“Iremos acompanhar determinadas questões como transporte, credenciamento, atendimento aos atletas, e, sobretudo, as vilas olímpicas e as instalações que receberão as competições”, avisa Gynger, destacando que a vila construída em Deodoro será utilizada nos Jogos de 2016. “É muito importante ver como estão funcionando os locais de competição e que tipo de adaptação precisaremos fazer depois dos Jogos Militares para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.”

Estatísticas e curiosidades


Faltam 1.999 dias para a realização da primeira Paraolimpíada no Brasil. De acordo com o CPB, a meta é de que o país fique entre os cinco primeiros lugares no quadro geral de medalhas nos Jogos Rio-2016.


Fonte: superesportes

Mulheres deficientes querem o direito de serem mães


Namorar, casar e ter filhos não é uma realidade impossível para uma pessoa portadora de deficiência, todos têm esse direito.
Essa foi a tônica do Seminário Nacional de Saúde: Direitos Sexuais e Reprodutivos e Pessoas com Deficiência, realizado nesta semana em Brasília, que discutiu a maternidade e a vida sexual entre os portadores de deficiências.
O objetivo do encontro foi o de fortalecer e conscientizar a sociedade de que a deficiência não é um problema.
Sexualidade sem deficiência
De acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, qualquer pessoa tem direito à vida e à liberdade de escolha. Para a diretora de Políticas de Educação Especial do Ministério da Educação, Martinha Clarete Dutra dos Santos, que tem deficiência visual, a sociedade acredita que o deficiente não é capaz de ter vida sexual ativa, que a mulher portadora de deficiência não pode ser mãe ou que um tetraplégico não pode ser pai.
"A falta de informação faz com que a sociedade não entenda que nós não somos deficientes e sim diferentes. Ações como essa são importantes, pois o governo precisa pensar em políticas públicas que possa contribuir para o desenvolvimento dos portadores de deficiência no Brasil", afirmou Martinha Santos.
Direito à maternidade
Naira Rodrigues, fonoaudióloga, perdeu a visão completamente após a sua primeira gravidez aos 28 anos. "Os médicos me alertaram que a doença que eu tinha podia se agravar com a gravidez, mas a minha vontade de ser mãe era tanta que não me importei em perder a visão de vez, tanto que tive o segundo. Sinto-me realizada como mulher e eu e os meus filhos vivemos felizes enfrentando muitas barreiras, mas unidos", ressaltou.
Naira critica a forma como a mídia trata o assunto, que determina como a sociedade vê a mulher portadora de deficiência na maternidade. "A mídia distorce um pouco a doença e usa um sentimentalismo barato. Tive a experiência de fazer parte de uma matéria onde me trataram como coitadinha, incapaz. Ao invés de mostrar que sou mãe de dois filhos, trabalho, dou aula, enfim, mostrar que sou capaz, me colocaram como uma pessoa incapaz de fazer isso", afirmou.
Fonte:.diariodasaude

Mulher com Deficiência


As mulheres com deficiência são duplamente discriminadas. Porque são mulheres e porque são pessoas com deficiência. Sofrem em silêncio, privadas da sua identidade, um esquecimento total da sociedade. Poucas ou nenhumas referências lhe são dedicadas, mesmo no dia em que se comemora a sua condição de mulher.
Apelidadas de cidadãos invisíveis, as pessoas com deficiência situam-se entre os estratos mais pobres da sociedade. E se é certo que é difícil para os homens com deficiência viver numa sociedade viver numa sociedade que ignora os seus mais elementares direitos humanos, para as mulheres com deficiência a situação é intolerável.
Num estudo efectuado pela Disabled Peoples' International sobre a violência que é exercida sobre as mulheres com deficiência intitulado "A violência significa a morte da alma" é referido: "Ser uma mulher com deficiência tem um significado particular. Significa enfrentar contínua discriminação, violações dos direitos humanos e exclusão do meio. As violações físicas e psicológicas, sofridas e raramento expressas, forçam as mulheres com deficiência a isolarem-se em si mesmas, não se reconhecendo nunca mais como indivíduos".
Privadas do acesso à educação, ao emprego, à sexualidade e à maternidade tornam-se vítimas silenciosas de todo o tipo de abusos, que começa muitas vezes no seio da família para se alargar depois às instituições.
É urgente que as organizações de direitos humanos e as organizações de mulheres comecem a inscrever nos seus programas e reivindicações as questões das mulheres com deficiência. Tornar visíveis as cidadãs invisíveis, dar a conhecer as terríveis situações de isolamento e solidão em que vivem milhares de crianças, jovens e mulheres no nosso País. Para que cada um de nós exija o respeito pelos seus direitos humanos e ninguém possa um dia dizer: desculpe, mas não sabia.

Lisboa, 8 de Março de 2002

Fonte:
pcd.pt

domingo, 13 de março de 2011

Monteiro-PB terá curso de Prevenção de Deficiências

Será realizado em Monteiro um curso de Prevenção de Deficiências, ministrado pela APAE, cujo público alvo é formado por agentes comunitários de saúde e professores da educação inclusiva, profissionais do CAPS e CREAS.

Conforme informações da secretária de Saúde Adalgisa Gadelha, em Monteiro o Curso de Prevenção de Deficiências acontecerá no período: 28 à 31 de março de 2011. Na abertura do evento, na segunda-feira (28) às 16 horas, haverá Mesa Redonda sobre Política Nacional da Pessoa com Deficiência, Desafios e Perspectivas, tendo como palestrante: Simone Jordão Almeida, presidente da FUNAD e haverá apresentação do Grupo de Dança do NVA - FUNAD

O curso tem como objetivo capacitar os Agentes Comunitários de Saúde nas Ações de Prevenção, Identificação das Deficiências e encaminhamentos para os serviços especializados, bem como, informar sobre a política de interiorização voltada para a Pessoa com Deficiência nas áreas de Saúde, Educação, Trabalho e Ação Social.

A seguir, será cumprida a seguinte Programação:

Dia 29/03/2011 – Terça-feira

09:40 h – A Importância do Agente Comunitário de Saúde. Palestrante: Petronila Maria Queiroga de Oliveira. (COPREDI/FUNAD)

10:40 h – Saúde e Deficiência – Prevenindo com Qualidade de Vida. Palestrante: Maria de Fátima O. de Souza (COPREDI/FUNAD). Oficina: Petronila Maria Queiroga de Oliveira (COPREDI/FUNAD)

13:30 h – Prevenção das Deficiências -

Conceitos, Causas, Conseqüências e Relacionamento. Palestrante: Marly Lacerda Di Pace (COPREDI/FUNAD) (Oficina: Maria de Fátima O. de Souza (COPREDI/FUNAD)

Dia 30/03/2011 – Quarta-feira

08:00 h – Deficiência Mental - Conceitos, Causas, Desenvolvimento e Relacionamento

Palestrante: Petronila Maria Queiroga de Oliveira (COPREDI/FUNAD). Oficina: M.ª de Fátima O. de Souza (COPREDI/FUNAD)

13:30 h – Deficiência Visual - Conceitos, Causas, Desenvolvimento e Relacionamento

Palestrante: Maria de Fátima O. de Souza (COPREDI/FUNAD); Oficina: Petronila Maria Queiroga de Oliveira (COPREDI/FUNAD)

Dia 31/03/2011 – Quinta-feira

08:00 h – Deficiência Auditiva - Conceitos, Causas, Desenvolvimento e Relacionamento. Palestrante: Maria de Fátima O. De Sousa (COPREDI/FUNAD). Oficina: Petronila Maria Queiroga de Oliveira (COPREDI/FUNAD)

13:30h – Deficiência Física - Conceitos, Causas, Desenvolvimento e Relacionamento

Palestrante: Maria de Fátima de Oliveira de Souza (Enfermeira). Oficina: Petronila Maria Queiroga de Oliveira (COPREDI/FUNAD)

Assessoria

16: 30h – Sexualidade e Deficiência. Palestrante: Maria de Fátima O. de Souza (COPREDI/FUNAD). Oficina: Marly Lacerda Di Pace (COPREDI/FUNAD)

17:00h – Avaliação

17:30h: Encerramento