segunda-feira, 28 de março de 2011

Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina



Por Maria de Fátima Jacinto e Adriana M. pela página do Facebook "Não violência contra as mulheres"Promover uma “mudança de valores e de práticas” é o objetivo central do Governo com o II Programa de Acção para a Eliminação da Mutilação Genital Feminina 2011-2013, lançado no mês em que se celebra o Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina.

Elza Pais, secretária de Estado da Igualdade, sublinha que o respeito por outras culturas “não significa a aceitação de práticas tradicionais nocivas” e que a mutilação genital feminina (MGF) constitui uma “atroz violação dos direitos humanos”.

O primeiro programa de ação “foi um plano muito curto, daí a necessidade de elaborar um segundo, que acompanhe o IV Plano Nacional para a Igualdade todo”, explicou Elza Pais, durante a apresentação do II Programa, na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa.

Colocado o tema na agenda, é preciso agora “consolidar a estrutura de referenciação” para sinalizar “eventuais casos” de MGF em Portugal e alargar as linhas telefónicas de apoio de emergência – de saúde, imigração, sexualidade ou combate à violência doméstica – às situações de MGF.

Mais de 130 milhões de mulheres em todo o Mundo já sofreram mutilação genital, segundo a Organização Mundial de Saúde. Já o Conselho da Europa estima que vivam na Europa 500 mil mulheres mutiladas e estejam em risco 180 mil todos os anos.

O fato de, na grande maioria dos cerca de 30 países onde está enraizada, a prática ser perpetrada por mulheres significa apenas que elas são “veículos de uma cultura que as subjuga, as anula, as viola”, lamenta Elza Pais.

erikaangeli.

Paraolimpíada de 2016 no Rio já é uma realidade

Logotipo dos Jogos Olímpicos Rio 2016

A escolha do Rio de Janeiro como sede dos jogos olímpicos de 2016 encheu dirigentes e atletas paraolímpicos de expectativa. Visivelmente emocionado, Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro. Disse que "a vitória é uma conquista muito grande para o movimento paraolímpico. Tenho certeza de que vamos caminhar para uma consolidação nos próximos anos e com um incremento do apoio ao esporte, tanto convencional quanto paraolímpico”.
Nono colocado nas Paraolimpíadas, em Pequim, com 16 medalhas de ouro, o Brasil preparar para contar com a maior e melhor delegação de atletas, com o intuito de brigar para ficar entre os melhoreis, e já sonha em ficar entre os cinco primeiros colocados diante da torcida nos Jogos do Rio de Janeiro em 2016.

Repercussão
O Nadador Daniel Dias foi o representante do movimento paraolímpico na campanha Rio 2016. E não poderia ter nome de mais peso do que o nadador paulista de 21 anos. Daniel conquistou nove medalhas nas Paraolimpíadas de Pequim, sendo quatro de ouro, e recebeu o Prêmio Laureus, de melhor atleta paraolímpico considerado o Oscar do esporte.

- É uma grande honra participar desse momento histórico. Para ser sincero, a atenção que estão dando às Paraolimpíadas na campanha é até maior do que a que imaginava. As pessoas passaram a entender que temos que trabalhar juntos e fico muito feliz por isso.
Maior medalhista da história do esporte paraolímpico do Brasil, com 13 medalhas (seis delas douradas), o nadador Clodoaldo Silva também esbanja otimismo e prevê o País com status de potência. "O planejamento que o Comitê Organizador dos Jogos do Rio de Janeiro fez estava perfeito. Assim como aquelas pessoas que votaram no Brasil, eu sempre acreditei que nós tínhamos condições de sediar uma edição dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. É o maior evento do planeta. Em 2016, o Brasil vai se tornar, de uma vez por todas, uma potência mundial no esporte" previu.
Campeão paraolímpico nos 100m, 200m e 400m rasos nos Jogos de Pequim, Lucas Prado aguarda maiores investimentos na modalidade. "Não poderia estar mais felizes com esta conquista. Agora o Brasil vai começar a investir nos atletas para fazer bonito nos Jogos Paraolímpicos dentro da nossa casa. Vamos ter investimento também na estrutura, com melhores condições de treinamentos para um número maior de atletas. Tenho certeza de que o país não vai decepcionar", concluiu.

Saiba mais sobre o Rio 2016Uma vitória incontestável, com mais de dois terços dois votos sobre a rival Madri, garantiu ao Rio de Janeiro nesta sexta-feira o direito de realizar os primeiros Jogos Olímpicos e Paraolímpicos da história da América do Sul.
A candidatura tem um projeto com gasto total previsto de mais de 28 bilhões de reais, dos quais quase 25 bilhões provenientes dos cofres públicos, para tratar questões como a infraestrutura de transporte, a despoluição da Baía de Guanabara e das lagoas da cidade, e o crescimento da oferta de acomodação - tema citado como preocupação pelos membros do COI.

Fonte: G1 e abril
Fonte:www.proac.uff.br/

quarta-feira, 23 de março de 2011

Criadas subcomissões para Copa, Olimpíadas e Paraolimpíadas



A Comissão de Turismo e Desporto aprovou a criação de duas subcomissões especiais para acompanhar os preparativos para as Olimpíadas e as Paraolimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. "Essas duas subcomissões vão discutir desde as obras até a formação de atletas. Eu acho que é um reforço a mais para o que trabalho da comissão dê certo", disse o presidente do colegiado, Jonas Donizetti (PSB-SP).
A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle aprovou a criação de uma subcomissão permanente para acompanhamento, fiscalização e controle dos recursos federais destinados à Copa de 2014 e à Olimpíada de 2016. Os trabalhos deverão ter início já na próxima semana, com o acompanhamento das obras do Maracanã.
O ministro do Esporte, Orlando Silva, foi convidado a comparecer a uma audiência pública na semana que vem na Comissão de Turismo e Desporto para esclarecer as consequências do corte de 64% do orçamento previsto para a sua pasta neste ano.
Reportagem – Luiz Cláudio Canuto /Rádio Câmara
Edição – Wilson Silveira

Santa Catarina nas Paraolimpíadas de 2016 e 2020” é tema de seminário promovido pela SOL e Fesporte


22 de Março de 2011 - 05:26

A Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL) e a Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) promovem hoje, (22), às 10h no auditório da SOL, o seminário “Santa Catarina nas Paraolimpíadas 2016/2020”.
Tatiana Kinoshita -
Paraolimpíadas Paraolimpíadas / Foto: arq/OBV
O evento seguirá o mesmo padrão do seminário específico para as modalidades olímpicas, realizado no dia 11 de março, visando o estabelecimento de políticas de apoio focadas nas potencialidades catarinenses.
Entre as atividades do evento está a apresentação das federações instaladas em Santa Catarina que atuam com o esporte paraolímpico. Os representantes devem expor a atual situação de sua entidade e modalidade, descrevendo as conquistas, as metas, as necessidades e as dificuldades, além de apontar os expoentes paraolímpicos. O objetivo é mapear atletas e equipes que poderão representar Santa Catarina e o Brasil em eventos internacionais, especialmente nas Paraolimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.
Os participantes ainda receberão orientações sobre o cadastramento de espaços esportivos adaptados que possam servir de local de treinamento e aclimatação antes dos Jogos Paraolímpicos Rio 2016. A inscrição, que deve ser feita no site www.rio2016.com.br/treinamentoprejogos , será encerrada no dia 5 de abril.
O seminário reunirá a diretoria do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura, ao Turismo e ao Esporte (Seitec); a diretoria do Plano de Desenvolvimento Integrado do Lazer (PDIL) e a Gerência de Políticas do Esporte da SOL; a equipe técnica da Fesporte; dirigentes esportivos municipais; federações paraolímpicas; associações e clubes de esportes paraolímpicos. 
Também devem participar do evento representantes do Conselho Regional de Educação Física (CREF), do Conselho Estadual de Esporte (CED), do Conselho dos Dirigentes das Instituições de Ensino Superior de Educação Física do Estado de Santa Catarina (Condiesef/SC), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL).
  • Programa de Competição dos Jogos Rio 2016 (esportes/disciplinas paraolímpicas) - atletismo, basquetebol em cadeira de rodas, bocha, canoagem, ciclismo (estrada e pista), esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, hipismo, judô, natação, remo, rúgbi em cadeira de rodas, tiro com arco, tiro esportivo, tênis em cadeira de rodas, tênis de mesa, triatlo, vela e voleibol sentado.


.Fonte:adjorisc.com.br/jornais

Paraolimpíadas 2016

O Maurício de Sousa teve a sensibilidade de desenhar personagens com deficiência e agora que o Brasil será a sede das (Olimpíadas e) Paraolimpíadas de 2016, nada melhor de usar esses personagens:
dorinha e luca
Dorinha     e     Luca
Eles adoram esportes!!
mauricio
Será que já estão pensando nos mascotes?
Se desde já a gente começar a falar desses personagens, quem sabe eles não viram mascotes mesmo?
Quem gostar da idéia, por favor, ajude a divulgar! :D
gibi
“O Maurício de Souza realmente merece destaque por essa sensibilidade de um grande quadrinista que marcou a infância de gerações. É o nosso Disney, que ao contrário, buscou sempre valorizar a nossa história e educar as crianças pela diversão. Brilhante mesmo!
Ninguém poderia desenhar, pensar ou pintar uma idéia melhor que essa. Afinal o elo da Turma da Mônica com a infância nacional já são importantes o suficiente para merecerem também esta homenagem.”
Comentário deste post, do Gustavo Carneiro Monteiro, falou e disse!
Fonte: thais frota.

terça-feira, 22 de março de 2011

Museu guarda memória da luta dos deficientes físicos por seus direitos




O Museu da Pessoa com Deficiência é pequeno e ocupa pouco espaço. O memorial foi criado para que a história não se perca, uma luta que começou em 1981, Ano Internacional da Pessoa com Deficiência, tempo de passeata pelo centro de São Paulo, com cadeirantes e até uma mulher em uma maca. Os cartazes eram tão simples quanto os desejos.
A jornalista Lia Crespo estava lá. “Quando eu comecei, eu não esperava usufruir de nenhum dos resultados da minha luta. É legal me ver naquela imagem e pensar nisso, pensar no que eu esperava e o que a gente, de fato, conquistou”, afirma.
Caminhos sinalizados, informações em braile, áudio para substituir a leitura: essas são algumas conquistas reunidas no Memorial da Inclusão.
Na língua dos sinais, Natalia Frazão organiza como deve ser feita a entrevista. “Gostei bastante desse museu que contempla as pessoas com deficiência e a cultura”, aponta um rapaz.
É uma oportunidade rara. O radialista Beto Pereira pode dizer que viu uma obra de Portinari. “Uma replica perfeita eu consigo sentir os tecidos, o crucifixo. Eu já li muito sobre Candido Portinari, mas ter contato com a obra em si, esse contato tátil é algo que emociona”, comenta.
“Ao construir esse espaço acessível, um dos objetivos foi que as pessoas, principalmente as pessoas com deficiência, participem desse espaço que foi feito para elas”, aponta a curadora do Memorial da Inclusão, Elza Ambrósio.
Jornal Nacional
Fonte:
.tvcanal13.com/blog

segunda-feira, 21 de março de 2011

CPB e Comitê Organizador Rio 2016 celebram 2 mil dias para a Paraolimpíada do Brasil



Atualizado em 19/03/2011 17:27
Andrew Parsons, Leonardo Gryner e Carlos Nuzman reafirmaram a integração entre olímpicos e paraolímpicos
CPB e Comitê Organizador Rio 2016 celebram 2 mil dias para a Paraolimpíada do Brasil
Exemplus/CPB
O Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) homenageou, nesta sexta-feira, 18, o Comitê Organizador Rio 2016 pela comemoração dos 2.000 dias para a abertura dos Jogos Paraolímpicos do Brasil. O presidente do CPB, Andrew Parsons, entregou ao diretor geral do Comitê Organizador Rio 2016, Leonardo Gryner, uma placa, agradecendo o empenho da instituição no planejamento dos Jogos.

“Essa é uma homenagem de todo o Movimento Paraolímpico, aqui representado pelos presidentes da nossa assembleia geral e pelos atletas de Brasília, para o Comitê Organizador do Rio 2016 em reconhecimento pelo tratamento equânime que vem sendo dado aos dois eventos”, explicou Parsons.

“Queria dizer da minha felicidade de ter um comitê organizador único para os dois eventos. Essa parceria começou em 2001, quando lançamos a candidatura em conjunto para o Pan e Parapan do Rio 2007. E foi um sucesso absoluto. Um dos legados do Pan foi esse: que a mesma cidade sediasse as duas competições. Desde início a intenção desse comitê era unir o esporte brasileiro em uma mesma comissão”, destacou o presidente do CPB.

“Estamos extremamente alinhados, temos muito em comum. Quero ser testemunha que este comitê tem procurado organizar no mais alto nível os Jogos Olímpicos e os Jogos Paraolímpicos Rio 2016. Não tenho dúvida nenhuma de que nós vamos ter os maiores Jogos Paraolímpicos da história”, finalizou Parsons.

O diretor geral do Rio 2016, Leonardo Gryner, reforçou o testemunho do presidente do CPB:

“Obrigada, em nome do Nuzman, por essa linda homenagem. O nosso presidente tem um grande compromisso, que é passado para todos nós dentro da organização, para garantir uma total integração do nosso planejamento e para que, obviamente, o mesmo nível de serviço seja garantido nas duas competições, contribuindo para deixar um legado para o País”, afirmou Gryner.

“Acho que nossa próxima meta como legado deve ser conseguir conscientizar a sociedade brasileira sobre a necessidade de incorporar no seu dia a dia as questões referentes à acessibilidade”, ressaltou o diretor do Comitê Organizador.

Gryner aproveitou a ocasião para atualizar os trabalhos que estão sendo desenvolvidos.

“Estamos agora começando o desenvolvimento da logomarca dos Jogos Paraolímpicos e esperamos, até o segundo semestre desse ano, anunciá-la.”

O presidente do Comitê Organizador dos Jogos do Rio 2016, Carlos Nuzman, não pôde estar presente, mas enviou uma mensagem por vídeo agradecendo à homenagem.

“Hoje comemoramos 2.000 dias para a cerimônia de abertura dos Jogos Paraolímpicos Rio 2016. É um dia de festa, de comemorar os avanços, seja na organização, na preparação, mas, mais do que isso, na vontade, no espírito e na certeza de teremos no Rio 2016 os Jogos Paraolímpicos de maior sucesso da história de todas as Paraolimpíadas já realizadas. Vamos trabalhar muito duro, como se todos os dias já fossem da cerimônia de abertura.”

Parceria com o Distrito Federal

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, não pôde participar da cerimônia, conforme estava previsto. Por isso, Andrew Parsons, apenas anunciou a parceria firmada entre o CPB e o Governo do DF.
“Além de comemorar os 2000 dias estamos, em parceria com o GDF, lançando o Plano de Desenvolvimento do Esporte Paraolímpico do Distrito Federal. Não vamos lançar de forma oficial, mas gostaria que soubessem desse firme propósito do nosso governador.”

Movimento representado

Não só a diretoria do Comitê Paraolímpico Brasileiro participou da cerimônia de comemoração dos 2.000 dias para a abertura das Paraolimpíadas do Rio 2016. Os atletas do Distrito Federal marcaram presença. Também participaram os dirigentes de todas as entidades que desenvolvem o Esporte Paraolímpico no país. Isso porque a Assembleia Geral do CPB, que ocorreria 31 de março, foi antecipada para o dia 18, para que coincidisse com a data comemorativa.

No encontro, o presidente Andrew Parsons apresentou o Relatório Anual de 2010 do CPB e ressaltou o crescimento da entidade nos últimos anos. Apoiado pelo Governo Federal e parceiros/patrocinadores, o Comitê alcançou resultados expressivos em diversas áreas: o número de atletas inscritos em modalidades paraolímpicas superou o de anos passados, as inserções na mídia aumentaram e o orçamento teve um crescimento. Tudo isso, refletiu nos resultados dos atletas, que alcançaram marcas históricas.
Assessoria de Imprensa do Comitê Paraolímpico Brasileiro
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Manoela Penna (manoela@mediaguide.com.br) / 21 8301-0123)
Em Brasília
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Fonte: cpb