sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mulheres com Deficiência sempre Ignoradas


Adivinham-se o terrível sofrimento e humilhação que experimentam muitas jovens e mulheres, vítimas de isolamento, violência e discriminação.

Sabe-se, mesmo se a realidade não é traduzida em números, que as jovens e mulheres com deficiência são mais sujeitas a violência e por períodos mais alargados, devido, entre muitas outras razões, aos mitos que ainda persistem e sobretudo à dependência económica e física.
O medo sustenta situações cruéis que por causa dele continuam invisíveis aos olhos da humanidade.

O Parecer do Comité Económico e Social sobre a pobreza entre as mulheres na Europa, traça um negro quadro do tempo em que vivemos. Em 2001 16% das mulheres adultas tinham um rendimento inferior ao limiar da pobreza. O mesmo Parecer afirma que as mulheres com deficiência estão ainda mais em risco de exclusão social. Sem direito a uma educação de qualidade, ao emprego e com pensões de miséria, muitas mulheres com deficiência portuguesas vivem em condições degradantes.

E o que faz o Governo? Em nome de uma qualquer justiça social, prepara-se para reduzir e limitar os mecanismos de protecção social que visavam precisamente introduzir alguma justiça social para um grupo desprotegidos e discriminado.

Enquanto aumentam as taxas moderadoras das urgências, aumentos justificados com argumentos falaciosos para mentes distraídas, o país assiste embevecido à telenovela da OPA da Sonaecom sobre Portugal Telecom, sem se questionar que as "opas" e outras engelharias financeiras só são possíveis porque a concentração da riqeza nas mãos de meia dúzia condena à pobreza milhares de cidadãos.

No Dia Internacional da Mulher, recorda-se que as mulheres com deficiência sofrem o mesmo espectro de violação dos direitos huamnos que as mulheres sem deficiência, aumentado pelo isolamento e dependência a que são sujeitas. A dimensão do problema exige uma atençaõ urgente da parte do Estado.

Lisboa, 7 de Março de 2006
Fonte:
http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1636086177410800825

DIA DA MENTIRA




Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no dia das mentiras ou dia dos bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day, "Dia dos Tolos [de Abril]"; na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
Fonte: site do wikipedia.org

quinta-feira, 31 de março de 2011

Análise de mamografia via internet


Um diagnóstico mais preciso dos primeiros sinais do câncer de mama pode estar a apenas um clique do alcance de médicos e radiologistas. A promessa é do CAD.Net, primeiro protótipo nacional de software, acessível via internet, para processamento de imagens mamográficas.

Além de detectar, ele classifica estruturas possivelmente ligadas à presença de tumores malignos ou benignos. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo que mais mata mulheres no Brasil.

O resultado destaca áreas a serem analisadas com maior cautela e indica possíveis lesões, junto com a classificação de seu potencial cancerígeno. O protótipo é fruto do trabalho do doutorado da engenheira Michele Fulvia Angelo, realizado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP.

O objetivo é disponibilizar um serviço de processamento de imagens gratuito e de fácil acesso. Segundo a pesquisadora, os softwares disponíveis para compra são todos importados e de alto custo, além de realizarem uma análise limitada.

O CAD.Net pode ser acessado via internet 24 horas por dia pelo site do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens Médicas e Odontológicas (Lapimo), da EESC. Basta que o usuário se cadastre, com login e senha, para poder enviar mamografias - completas ou apenas as áreas de interesse - e ter acesso aos resultados. O site também dispõe de uma base de imagens com laudos on-line.

O grupo do Lapimo coordenado pelo professor Homero Schiabel vem trabalhando na área da mamografia há mais de 20 anos. Estudos em Computer-Aided Diagnosis (CAD), auxílio ao diagnóstico por computador, em inglês, começaram em 1997 e, a partir daí, surgiram vários outros, compondo módulos isolados. O doutorado de Michele reuniu esses estudos prévios num único software.

A pesquisa contou com o suporte de especialistas da Santa Casa de São Carlos, do Hospital das Clínicas da Unesp de Botucatu e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), instituições com as quais o Lapimo firmou convênio.

Mais informações: (0XX16) 3236-3437 (ramal 222) pelo
e-mail, com Michele Fulvia Angelo ou pelo endereço.

Fonte: Agência USP

'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'.





Mamografia

O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha.

Cabe a nós atendermos sua solicitação e ampará-lo,

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Saiba mais sobre 8 de março - Dia Internacional da Mulher







A proposta de perpetuar o 8 de março com o DIA INTERNACIONAL DA MULHER foi feita no ano de 1921, em homenagem aos acontecimentos de Petrogrado.

Neste ano, cumpre-se o nonagésimo aniversário desse inolvidável acontecimento. O jornal FOLHA DE S. PAULO publicou, na última terça-feira de Carnaval, artigo sobre o evento da Doutora ADRIANA JACOB CARNEIRO, jornalista e mestranda do Programa Multidisciplinar de pós-graduação em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia e pesquisadora em gênero e mídia do grupo Miradas Femininas.

Nesta oportunidade, sugiro que meus leitores pesquisem na Internet sobre a extraordinária líder internacional da mulher que eu foi CLARA ZETKIN, cidadã da Alemanha e do Mundo. A origem do Dia Internacional da Mulher, data significativa na luta pelos direitos das mulheres, vem sendo distorcida no Brasil e em diversos países.

Na cobertura midiática, o dia 8 de março é associado a um incêndio que teria acontecido em 1857 em Nova York e provocado a morte de 129 trabalhadoras têxteis. Elas teriam sido queimadas como punição por um protesto por melhores condições de trabalho.

É importante destacar que houve, de fato, um incêndio, só que em 25 de março de 1911 e de forma diferente da narrada pela imprensa. As chamas começaram quando um trabalhador acendeu um cigarro perto de um monte de tecidos e alastraram-se rapidamente. As portas das escadas de incêndio estavam trancadas por fora, para evitar que os funcionários saíssem mais cedo.

O saldo foi de 146 vítimas fatais, 13 homens e 123 mulheres. No edifício, funciona hoje a Faculdade de Química da Universidade de Nova York. O incêndio na Triangle Shirtwaist Company foi importante para a melhoria das condições de segurança de trabalhadores como um todo, e não apenas das mulheres, já que também havia homens entre as vítimas.

Um ano antes, em 1910, durante o 2º Congresso Internacional de Mulheres Socialistas em Copenhague, a alemã Clara Zetkin propôs que fosse designado um dia para a luta dos direitos das mulheres, sobretudo o direito ao voto. Ou seja, o Dia Internacional da Mulher já existia antes do incêndio, mas era celebrado em datas variadas a cada ano.

Para compreender a escolha do 8 de março, remontamos ao dia 23 de fevereiro de 1917, 8 de março no calendário gregoriano. Naquela ocasião, as mulheres de Petrogrado, convertidas em chefes de família durante a guerra, saíram às ruas, cansadas da escassez e dos preços altos dos alimentos. No dia seguinte, eram mais de 190 mil. Apesar da violenta repressão policial do período, os soldados não reagiram: ao contrário, eles se uniram às mulheres. Aquele protesto espontâneo transformou-se no primeiro momento da Revolução de Outubro.

A proposta de perpetuar o 8 de março como Dia Internacional da Mulher foi feita em 1921, em homenagem aos acontecimentos de Petrogrado. Mas, sobretudo após a Segunda Guerra Mundial, em decorrência dos interesses do poder no período, seu conteúdo emancipatório foi se esvaziando. No fim dos anos 1960, a data foi retomada pela segunda onda do movimento feminista, ficando encoberta sua marca comunista original.

Em 1975, a ONU oficializou o 8 de março como o Dia Internacional da Mulher. Para além da distorção dos fatos históricos, um aspecto diferencia fundamentalmente a participação das mulheres nos dois episódios. No incêndio da Triangle Shirtwaist, a mulher é vítima da opressão dos patrões e do fogo. Já nos protestos de 1917, ocupa uma posição de protagonismo. Encoberto, o fato deixa de mostrar a participação política das mulheres na construção de uma revolução que tem papel importante para a história mundial.

Trabalho da Andef conquista prêmio na categoria "Treinamento em Esporte Paraolímpico"


O trabalho dos profissionais da Andef "Associações Funcionais ao desempenho em dois nadadores paraolímpicos submetidos a um programa de treinamento periodizado: um estudo de caso", de autoria do professor Cristiano Cerqueira, o psicólogo Erick Conde e fisioterapeuta Leandro Silveira, foi o vencedor do prêmio de destaque científico do 1º Congresso Paraolímpico Brasileiro, que aconteceu entre os dias 17 e 20 de novembro (2010), em Campinas (SP).
Para o professor e treinador da equipe de natação paraolímpica da Andef, o prêmio significa o reconhecimento do investimento em ciência do esporte. "Estou muito feliz com esse resultado, pois isso mostra que o Núcleo de Ciência e Tecnologia Paraolímpica (NCTP) e a ANDEF estão no caminho certo", afirmou. O trabalho será publicada na Revista SOBAMA.

Pela primeira vez no Brasil, o I Congresso Paraolímpico Brasileiro teve por objetivo aproximar a universidade e a pesquisa científica dos profissionais que desenvolvem o esporte no Brasil. Foram dois dias de cursos e discussões com profissionais nacionais e internacionais especializados em Esporte Paraolímpico. Entre os temas que serão abordados estão a formação de recursos humanos para o Esporte Paraolímpico, classificação funcional e treinamento e avaliação em Esporte Paraolímpico.
Dos 60 trabalhos que tiveram a inscrição aceita pela organização do Congresso para serem expostos durente o evento, quatro elaborados por profissionais da Andef foram aceitos para a Sessão de Poster. São eles:
- Natação paraolímpica: "Associações Funcionais ao desempenho em dois nadadores paraolímpicos submetidos a um programa de treinamento periodizado: um estudo de caso", de autoria do professor Cristiano Cerqueira, o psicólogo Erick Conde e fisioterapeuta Leandro Silveira;
- Futebol de Sete para Paralisados Cerebrais: "Avaliação sensoriomotora de jogadores de futebol com paralisia cerebral", de autoria dos professores Cristiano Cerqueira e Rodrigo Mesquita, o psicólogo Erick Conde e fisioterapeuta Leandro Silveira;
- Natação Paraolímpica: "Tempo de reação na saída do bloco: um estudo de caso com nadadores paraolímpico", e autoria do professor Cristiano Cerqueira, o psicólogo Erick Conde e fisioterapeuta Leandro Silveira;
- Esporte Paraolímpico: "Paraolímpicos: Uma análise retrospectiva de 2005 até 2009", de Daniel Joppert, Renata Lessa, Thiago Nunes, Victor Hugo Bastos e Marco Orsini.
http://www.andef.org.br/noticias/noticias230.php

CPB divulga calendário 2011 atualizado



O Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) divulga, através do seu Departamento Técnico, o calendário de Eventos 2011 atualizado.

Entre as alterações está a antecipação em uma semana da Etapa Regional Rio/Sul do Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação – de 22 a 24 de abril para 15 a 17 do mesmo mês. A mudança foi feita para que a competição não choque com a Semana Santa.

Também foi alterada a data da 1ª Fase de Treinamento e Avaliações da Seleção Paraolímpica Permanente (SPP) de Atletismo, em função do retorno dos atletas do Campeonato Mundial da modalidade. A semana de trabalhos passou de 20 a 26 de fevereiro para 20 a 26 de março.

Confira as principais alterações:

•    Alteração das datas da 1ª Fase de Treinamento e Avaliações da Seleção Paraolímpica Permanente (SPP) de Atletismo de 20 a 26 de fevereiro para 20 a 26 de março;
•    Alteração das datas da Etapa Regional Rio/Sul do Circuito Brasil Paraolímpico de 22 a 24 de abril para 15 a 17 do mesmo mês, em função da semana santa;
•    Inclusão da 1ª Fase de Treinamento da SPP de Tiro Esportivo em Curitiba/PR entre os dias 25 e 30 de abril;
•    Inclusão da 2ª Fase de Treinamento da SPP de Tiro Esportivo em Curitiba/PR entre os dias 03 e 07 de novembro;
•    Inclusão da 1ª Fase de Treinamento da SPP de Halterofilismo em Uberlândia/MG entre os dias 08 e 15 de abril;
•    Inclusão da 2ª Fase de Treinamento da SPP de Halterofilismo em Uberlândia/MG entre os dias 26 de agosto e 02 de setembro;

•    Inclusão do Campeonato Inglês de Para-Atletismo – 21 a 22 de maio – Liverpool/Inglaterra;
•    Inclusão do Campeonato Alemão de Para-Atletismo – 22 a 24 de julho – Singen am Hohentwiel / Alemanha;
•    Alteração nas datas da 2ª Fase de Treinamento e Avaliações da Seleção Brasileira Permanente de Para-Atletismo – 13 a 19 de maio – Porto Alegre/RS; e
•    Alteração nas datas da 3 ª Fase de Treinamento e Avaliações da Seleção Brasileira Permanente de Para-Atletismo – 14 a 20 de julho – São Caetano do Sul/SP.

Fonte: CBP