sexta-feira, 1 de abril de 2011

PreVue, um conceito de cinta com ultrassom 3D para você conhecer seu filho antes dele nascer


Melody Shiue, um designer industrial, da Universidade de Nova Gales do Sul idealizou um produto chamado PreVue. Ele é um acessório que poderá ser usado no abdômem da gestante fazendo com que outras pessoas tenham um contato melhor com o bebê por um display.
Prevue (Foto: Divulgação)Prevue (Foto: Divulgação)
O PreVue lhe dá a oportunidade de interagir mais com o bebê e acompanhar o seu crescimento dentro da barriga da sua mãe. Porém, mais importante que isso, ele também serve como uma ferramenta para entender a personalidade do seu bebê. Com o PreVue você pode ver se o bebê está cochilando, bocejando ou sorrindo. Dessa forma você acaba se aproximando mais dele, mesmo antes dele estar em seus braços.
O produto ainda é um conceito, longe da realidade, mas quando estiver pronto, pretende manter a mãe em um estado de espírito otimista, pois ele expande a ligação materno-fetal. Há quem diga de que o projeto mereça prêmios de designer por se tratar de algo que ninguém jamais tinha visto antes, além de ajudar no processo de gravidez.
De acordo com estudos feitos pela Universidade, quanto mais cedo uma ligação materna for criada com a criança, maiores são as chances dela nascer mais saudável. Por isso eles consideram muito importante ter essa ligação desde quando o bebê é um feto. Além do pai ter a oportunidade de ver como o seu filho está dentro da barriga da mãe, ele também pode participar do processo de interação antes do parto, criando um laço melhor ainda com os pais da criança.
O PreVue vem com algumas recomendações, uma delas é fazer com que o bebê reconheça a voz da mãe o quanto antes. Estudos já revelaram que o bebê é capaz de reconhecer a voz da sua mãe a partir da 18ª semana, ou seja, em torno do 5º mês. Isso significa que o bebê começa a aprender desde quando está no útero. Por isso o PreVue também sugere que as mães tentem educar o feto através de uma música enquanto batem sobre a barriga, durante o processo eles ainda podem acompanhar as reações que são exibidas no display.
A faculdade também pesquisou sobre músicas especificas que as mães cantam durante a gravidez, eles acabaram descobrindo que a mãe pode acabar usando a mesma melodia para acalmar o bebê após o parto e durante uma parte da sua infância.
Conceitualmente o projeto é ótimo, mas será que na prática ele vai se sair tão bem quanto no papel? Vamos esperar ele começar a ser produzido para tirarmos nossas próprias conclusões.
Marcell Almeida Para o TechTudo

A busca pelo tratamento igual entre atletas olímpicos e paraolímpicos na mídia


Para as Olimpíadas tudo, Paraolimpíadas nada. Exagero? Então, lanço agora um desafio, responda de bate pronto o nome de três atletas com chances de medalha nas próximas paraolimpíadas? Vamos facilitar: de qualquer modalidade. E aí? Lembrou? E o desafio continua: quantas notícias na mídia esportiva você lê por dia sobre atletas paraolímpicos? Quantas manchetes de jornais sobre uma conquista desta categoria? E aquele portal líder de audiência esportiva que você acessa várias vezes ao dia, quantos matérias sobre atletas portadores de deficiência? E mais, atletas se transformam em verdadeiros mitos nacionais, heróis, já os paratletas são apenas, quando são, símbolos e exemplos de superação.

Mas neste mês de março, mais um exemplo de que o jogo pode e deve virar até, pelo menos, as olimpíadas de 2016. O Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) homenageou, no dia 18, o Comitê Organizador Rio 2016 pela comemoração dos 2.000 dias para a abertura dos Jogos Paraolímpicos do Brasil. O presidente do CPB, Andrew Parsons, entregou ao diretor geral do Comitê Organizador Rio 2016, Leonardo Gryner, uma placa, agradecendo o empenho da instituição no planejamento dos Jogos.

A proposta é dar aos dois eventos um tratamento igual, pelo menos, os organizadores estão atentos a isso. Mas, e você? A parceria entre os dois comitês teve início em 2001, quando foi lançada a candidatura para o Pan e Parapan em 2007. E um dos principais legados do Pan foi que a mesma cidade sediasse as duas competições.

Analisar e ampliar as discussões sobre as relações entre a mídia e o esporte para portadores de deficiência, principalmente entre mídia e paraolimpíadas não é a missão primordial do Bela da Bola. Nossa proposta é sim, dar espaço em nosso site para que essa categoria esportiva seja tão e igualmente bem tratada como as demais.

Por exemplo, ainda neste mês de março, foi estabelecida para os próximos quatro anos pela Comissão de Esporte e Lazer da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pelo deputado Chiquinho da Mangueira (PMDB), o compromisso da busca pelo tratamento igual entre atletas olímpicos e paraolímpicos.Para o deputado, é fundamental que todos sejam tratados da mesma maneira: “Se ambos os atletas superam limites e buscam resultado, por que serem tratados de forma desigual? Temos que ir atrás de investimento em igualdade de condições”, afirmou o parlamentar para a equipe de comunicação da Alerj.

Já o deputado Márcio Pacheco (PSC), suplente da comissão e atual presidente da Comissão da Pessoa com Deficiência da Alerj, o preconceito precisa acabar, uma vez que os atletas paraolímpicos brasileiros são referências em todo o mundo: “É necessário que se incentive esse fomento do desporto paraolímpico, para que tenhamos uma forte base para as próximas competições que estão por vir. Deficiência não é uma doença, é uma limitação. Temos no esporte uma excelente via para que essas pessoas, tidas como excluídas, alcancem seu reconhecimento”, afirmou o parlamentar também para a equipe de comunicação da Assembleia Legislativa.

Pensando no rendimento dos atletas para as próximas Paraolimpiadas, o presidente do Instituto Superar, Marcos Malafaia, afirmou que o atleta paraolímpico tem o mesmo valor que os demais: “A prova de que não temos qualquer tipo de preconceito é que aceitamos o desafio e acreditamos no projeto até hoje. Se começarmos a entender que independente da limitação do cidadão, ele continua sendo um atleta, muita coisa pode mudar. O nosso trabalho é detectar talentos dentro das comunidades e depois levarmos estes jovens para equipes profissionais”, disse.

Então nossa proposta também vai ser essa, ter um papel importante na desmistificação da deficiência, combatendo o preconceito e levando a sociedade em geral, apaixonada por esporte, a adquirir uma nova postura diante dos indivíduos portadores de deficiência: Nem coitadinhos, nem heróis, apenas pessoas comuns com potencialidade de desenvolvimento e algumas dificuldades específicas. Só.
 
Por Viviane Mariano do BELA NA BOLA

Mulheres com Deficiência sempre Ignoradas


Adivinham-se o terrível sofrimento e humilhação que experimentam muitas jovens e mulheres, vítimas de isolamento, violência e discriminação.

Sabe-se, mesmo se a realidade não é traduzida em números, que as jovens e mulheres com deficiência são mais sujeitas a violência e por períodos mais alargados, devido, entre muitas outras razões, aos mitos que ainda persistem e sobretudo à dependência económica e física.
O medo sustenta situações cruéis que por causa dele continuam invisíveis aos olhos da humanidade.

O Parecer do Comité Económico e Social sobre a pobreza entre as mulheres na Europa, traça um negro quadro do tempo em que vivemos. Em 2001 16% das mulheres adultas tinham um rendimento inferior ao limiar da pobreza. O mesmo Parecer afirma que as mulheres com deficiência estão ainda mais em risco de exclusão social. Sem direito a uma educação de qualidade, ao emprego e com pensões de miséria, muitas mulheres com deficiência portuguesas vivem em condições degradantes.

E o que faz o Governo? Em nome de uma qualquer justiça social, prepara-se para reduzir e limitar os mecanismos de protecção social que visavam precisamente introduzir alguma justiça social para um grupo desprotegidos e discriminado.

Enquanto aumentam as taxas moderadoras das urgências, aumentos justificados com argumentos falaciosos para mentes distraídas, o país assiste embevecido à telenovela da OPA da Sonaecom sobre Portugal Telecom, sem se questionar que as "opas" e outras engelharias financeiras só são possíveis porque a concentração da riqeza nas mãos de meia dúzia condena à pobreza milhares de cidadãos.

No Dia Internacional da Mulher, recorda-se que as mulheres com deficiência sofrem o mesmo espectro de violação dos direitos huamnos que as mulheres sem deficiência, aumentado pelo isolamento e dependência a que são sujeitas. A dimensão do problema exige uma atençaõ urgente da parte do Estado.

Lisboa, 7 de Março de 2006
Fonte:
http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1636086177410800825

DIA DA MENTIRA




Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no dia das mentiras ou dia dos bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day, "Dia dos Tolos [de Abril]"; na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
Fonte: site do wikipedia.org

quinta-feira, 31 de março de 2011

Análise de mamografia via internet


Um diagnóstico mais preciso dos primeiros sinais do câncer de mama pode estar a apenas um clique do alcance de médicos e radiologistas. A promessa é do CAD.Net, primeiro protótipo nacional de software, acessível via internet, para processamento de imagens mamográficas.

Além de detectar, ele classifica estruturas possivelmente ligadas à presença de tumores malignos ou benignos. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo que mais mata mulheres no Brasil.

O resultado destaca áreas a serem analisadas com maior cautela e indica possíveis lesões, junto com a classificação de seu potencial cancerígeno. O protótipo é fruto do trabalho do doutorado da engenheira Michele Fulvia Angelo, realizado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP.

O objetivo é disponibilizar um serviço de processamento de imagens gratuito e de fácil acesso. Segundo a pesquisadora, os softwares disponíveis para compra são todos importados e de alto custo, além de realizarem uma análise limitada.

O CAD.Net pode ser acessado via internet 24 horas por dia pelo site do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens Médicas e Odontológicas (Lapimo), da EESC. Basta que o usuário se cadastre, com login e senha, para poder enviar mamografias - completas ou apenas as áreas de interesse - e ter acesso aos resultados. O site também dispõe de uma base de imagens com laudos on-line.

O grupo do Lapimo coordenado pelo professor Homero Schiabel vem trabalhando na área da mamografia há mais de 20 anos. Estudos em Computer-Aided Diagnosis (CAD), auxílio ao diagnóstico por computador, em inglês, começaram em 1997 e, a partir daí, surgiram vários outros, compondo módulos isolados. O doutorado de Michele reuniu esses estudos prévios num único software.

A pesquisa contou com o suporte de especialistas da Santa Casa de São Carlos, do Hospital das Clínicas da Unesp de Botucatu e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), instituições com as quais o Lapimo firmou convênio.

Mais informações: (0XX16) 3236-3437 (ramal 222) pelo
e-mail, com Michele Fulvia Angelo ou pelo endereço.

Fonte: Agência USP

'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'.





Mamografia

O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha.

Cabe a nós atendermos sua solicitação e ampará-lo,

                                                             Não custa nada.
O Site do câncer de mama precisa alcançar o número de acessos e cliques necessários para alcançar a cota que lhes permite oferecer UMA mamografia gratuita diariamente a mulheres de baixa renda. Demora menos de um segundo, ir ao site e clicar na tecla cor-de-rosa que diz 'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'.
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Este gesto fará uma enorme diferença.

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Saiba mais sobre 8 de março - Dia Internacional da Mulher







A proposta de perpetuar o 8 de março com o DIA INTERNACIONAL DA MULHER foi feita no ano de 1921, em homenagem aos acontecimentos de Petrogrado.

Neste ano, cumpre-se o nonagésimo aniversário desse inolvidável acontecimento. O jornal FOLHA DE S. PAULO publicou, na última terça-feira de Carnaval, artigo sobre o evento da Doutora ADRIANA JACOB CARNEIRO, jornalista e mestranda do Programa Multidisciplinar de pós-graduação em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia e pesquisadora em gênero e mídia do grupo Miradas Femininas.

Nesta oportunidade, sugiro que meus leitores pesquisem na Internet sobre a extraordinária líder internacional da mulher que eu foi CLARA ZETKIN, cidadã da Alemanha e do Mundo. A origem do Dia Internacional da Mulher, data significativa na luta pelos direitos das mulheres, vem sendo distorcida no Brasil e em diversos países.

Na cobertura midiática, o dia 8 de março é associado a um incêndio que teria acontecido em 1857 em Nova York e provocado a morte de 129 trabalhadoras têxteis. Elas teriam sido queimadas como punição por um protesto por melhores condições de trabalho.

É importante destacar que houve, de fato, um incêndio, só que em 25 de março de 1911 e de forma diferente da narrada pela imprensa. As chamas começaram quando um trabalhador acendeu um cigarro perto de um monte de tecidos e alastraram-se rapidamente. As portas das escadas de incêndio estavam trancadas por fora, para evitar que os funcionários saíssem mais cedo.

O saldo foi de 146 vítimas fatais, 13 homens e 123 mulheres. No edifício, funciona hoje a Faculdade de Química da Universidade de Nova York. O incêndio na Triangle Shirtwaist Company foi importante para a melhoria das condições de segurança de trabalhadores como um todo, e não apenas das mulheres, já que também havia homens entre as vítimas.

Um ano antes, em 1910, durante o 2º Congresso Internacional de Mulheres Socialistas em Copenhague, a alemã Clara Zetkin propôs que fosse designado um dia para a luta dos direitos das mulheres, sobretudo o direito ao voto. Ou seja, o Dia Internacional da Mulher já existia antes do incêndio, mas era celebrado em datas variadas a cada ano.

Para compreender a escolha do 8 de março, remontamos ao dia 23 de fevereiro de 1917, 8 de março no calendário gregoriano. Naquela ocasião, as mulheres de Petrogrado, convertidas em chefes de família durante a guerra, saíram às ruas, cansadas da escassez e dos preços altos dos alimentos. No dia seguinte, eram mais de 190 mil. Apesar da violenta repressão policial do período, os soldados não reagiram: ao contrário, eles se uniram às mulheres. Aquele protesto espontâneo transformou-se no primeiro momento da Revolução de Outubro.

A proposta de perpetuar o 8 de março como Dia Internacional da Mulher foi feita em 1921, em homenagem aos acontecimentos de Petrogrado. Mas, sobretudo após a Segunda Guerra Mundial, em decorrência dos interesses do poder no período, seu conteúdo emancipatório foi se esvaziando. No fim dos anos 1960, a data foi retomada pela segunda onda do movimento feminista, ficando encoberta sua marca comunista original.

Em 1975, a ONU oficializou o 8 de março como o Dia Internacional da Mulher. Para além da distorção dos fatos históricos, um aspecto diferencia fundamentalmente a participação das mulheres nos dois episódios. No incêndio da Triangle Shirtwaist, a mulher é vítima da opressão dos patrões e do fogo. Já nos protestos de 1917, ocupa uma posição de protagonismo. Encoberto, o fato deixa de mostrar a participação política das mulheres na construção de uma revolução que tem papel importante para a história mundial.