sábado, 2 de abril de 2011
Cobertura do Prêmio Brasil Paraolímpico 2010

Jonathan Santos foi o grande vencedor do Prêmio Brasil Paraolímpico 2010, organizado pelo Instituto Superar, ao levar o troféu de melhor atleta masculino. Já na categoria feminina a nadadora Edênia Garcia, campeã mundial na Holanda foi a ganhadora da noite. A festa da terceira edição do Prêmio aconteceu nesta terça (7/12), no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca. As categorias de melhor atleta masculino e feminino foram eleitos com os votos dos internautas, através da rede social Acesse (www.acesse.org.br), e também do júri especializado composto por atletas, jornalistas, dirigentes e patrocinadores do movimento paraolímpico.
Jonathan Santos bateu nada menos do que sete recordes mundiais no arremesso de peso e no lançamento de disco apenas nesta temporada. O alagoano, de 20 anos, nasceu com acondroplasia, popularmente conhecida como nanismo, e se tornou um gigante do atletismo na classe F40. Na comemoração rolou até sambadinha.
“Vencer essa eleição contra atletas como Daniel Dias e Andre Brasil é muito bom. Eles são gente de ponta no esporte. Graças à Deus, com muito sacrifício e suor consegui bons resultados, quebrar recordes e ganhar esse troféu. E aquela sambadinha ali no palco foi uma homenagem a minha amiga Rosinha, que me pediu para fazer isso antes de anunciarem o vencedor”, disse Jonathan, ou Romarinho, como é conhecido entre amigos.
A potiguar Edênia Garcia, de 23 anos, possui um currículo de medalhas respeitável. Dê, como é chamada pelos mais íntimos, é tricampeã mundial nos 50m costas (S4) e dona de duas medalhas em Paraolimpíadas. Ela foi mais uma das atletas da natação condecoradas na noite.
“Esse é o momento da natação. Passamos por um mundial e agora estamos colhendo os frutos. Para mim, ser escolhida por meio de votação popular é especial. A gente nunca sabe o que vai acontecer, não é uma eleição puramente técnica. Isso é sinal de que as coisas estão no rumo certo para mim e para a natação” disse a tricampeã mundial dos 50m costas na classe S4.
Os nadadores Jeferson Amaro e Joana Neves, que também se destacaram na disputa do Mundial de Eindhoven, na Holanda, e faturaram o Prêmio de revelação masculina e feminina. Jeferson fez parte da equipe brasileira que conquistou o ouro no revezamento 4x50m medley (20 pontos) e Joana Neves trouxe para casa uma medalha de bronze no 50m borboleta (S5) e uma prata junto com o revezamento feminino 4x50m livre (20 pontos).
A seleção brasileira de bocha levou o prêmio de melhor equipe pelos excelentes resultados no Mundial de Portugal com o primeiro lugar na disputa em duplas da classe BC4 e também pelo ouro individual de Dirceu Pinto.
Marcos Rojo, da seleção brasileira de natação, foi eleito o melhor técnico. Ele também é o responsável pelo treinamento do nadador Daniel Dias. Murilo Barreto, da natação, foi escolhido como o melhor oficial técnico.
O Prêmio Brasil Paraolímpico contou com uma homenagem a Aldo Miccolis um dos fundadores do movimento paraolímpico no Brasil e que faleceu no ano passado.
Marcelo Collet, primeiro atleta paraolímpico do mundo a atravessar o Canal da Mancha, recebeu uma justíssima e emocionante homenagem ao ganhar o prêmio especial da noite por ter superado as águas geladas daquela que é considerada a mais difícil travessia em águas abertas.
“Fiquei surpreso com a homenagem, não estava sabendo de nada. É muito especial ser reconhecido assim, fico feliz. Estamos ganhando visibilidade e a tendência é que em Londres 2012 a natação brasileira siga crescendo como vem fazendo desde Sidney 2000”, apostou Collet.
A UNP e o Pólo Desportivo de Natal, projeto que conta com o apoio do Instituto Superar, também foram citados na cerimônia, sendo premiados por sua importância no desenvolvimento do esporte paraolímpico no Brasil.
O Prêmio Brasil Paraolímpico 2010 é uma realização do Instituto Superar, com patrocínio das Loterias CAIXA, UNIMED BRASIL, Prezunic, e conta também com a parceria do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB). O evento visa motivar e divulgar cada vez mais atletas, treinadores e todo o universo do desporto paraolímpico no País.
Confira os ganhadores das 11 categorias:
Melhor atleta masculino
Jonathan Santos
Melhor atleta feminino
Edênia Garcia
Revelação Masculina
Jeferson Amaro
Revelação Feminina
Joana Neves
Melhor equipe
Seleção Brasileira de Bocha
Melhor atleta-guia
Laércio Martins (Lucas Prado)
Melhor oficial técnico
Murilo Barreto
Melhor técnico
Marcos Rojo (Natação)
Melhor reportagem de TV
TV Globo – Renato Peters
Melhor Reportagem de texto
Estado de São Paulo – Bruno Lousada
Melhor Fotografia
Saulo Cruz
Fonte: Instituto Superar
sexta-feira, 1 de abril de 2011
PreVue, um conceito de cinta com ultrassom 3D para você conhecer seu filho antes dele nascer
Melody Shiue, um designer industrial, da Universidade de Nova Gales do Sul idealizou um produto chamado PreVue. Ele é um acessório que poderá ser usado no abdômem da gestante fazendo com que outras pessoas tenham um contato melhor com o bebê por um display.
Prevue (Foto: Divulgação)O PreVue lhe dá a oportunidade de interagir mais com o bebê e acompanhar o seu crescimento dentro da barriga da sua mãe. Porém, mais importante que isso, ele também serve como uma ferramenta para entender a personalidade do seu bebê. Com o PreVue você pode ver se o bebê está cochilando, bocejando ou sorrindo. Dessa forma você acaba se aproximando mais dele, mesmo antes dele estar em seus braços.
O produto ainda é um conceito, longe da realidade, mas quando estiver pronto, pretende manter a mãe em um estado de espírito otimista, pois ele expande a ligação materno-fetal. Há quem diga de que o projeto mereça prêmios de designer por se tratar de algo que ninguém jamais tinha visto antes, além de ajudar no processo de gravidez.
De acordo com estudos feitos pela Universidade, quanto mais cedo uma ligação materna for criada com a criança, maiores são as chances dela nascer mais saudável. Por isso eles consideram muito importante ter essa ligação desde quando o bebê é um feto. Além do pai ter a oportunidade de ver como o seu filho está dentro da barriga da mãe, ele também pode participar do processo de interação antes do parto, criando um laço melhor ainda com os pais da criança.
O PreVue vem com algumas recomendações, uma delas é fazer com que o bebê reconheça a voz da mãe o quanto antes. Estudos já revelaram que o bebê é capaz de reconhecer a voz da sua mãe a partir da 18ª semana, ou seja, em torno do 5º mês. Isso significa que o bebê começa a aprender desde quando está no útero. Por isso o PreVue também sugere que as mães tentem educar o feto através de uma música enquanto batem sobre a barriga, durante o processo eles ainda podem acompanhar as reações que são exibidas no display.
A faculdade também pesquisou sobre músicas especificas que as mães cantam durante a gravidez, eles acabaram descobrindo que a mãe pode acabar usando a mesma melodia para acalmar o bebê após o parto e durante uma parte da sua infância.
Conceitualmente o projeto é ótimo, mas será que na prática ele vai se sair tão bem quanto no papel? Vamos esperar ele começar a ser produzido para tirarmos nossas próprias conclusões.
Marcell Almeida Para o TechTudo
Prevue (Foto: Divulgação)O produto ainda é um conceito, longe da realidade, mas quando estiver pronto, pretende manter a mãe em um estado de espírito otimista, pois ele expande a ligação materno-fetal. Há quem diga de que o projeto mereça prêmios de designer por se tratar de algo que ninguém jamais tinha visto antes, além de ajudar no processo de gravidez.
De acordo com estudos feitos pela Universidade, quanto mais cedo uma ligação materna for criada com a criança, maiores são as chances dela nascer mais saudável. Por isso eles consideram muito importante ter essa ligação desde quando o bebê é um feto. Além do pai ter a oportunidade de ver como o seu filho está dentro da barriga da mãe, ele também pode participar do processo de interação antes do parto, criando um laço melhor ainda com os pais da criança.
O PreVue vem com algumas recomendações, uma delas é fazer com que o bebê reconheça a voz da mãe o quanto antes. Estudos já revelaram que o bebê é capaz de reconhecer a voz da sua mãe a partir da 18ª semana, ou seja, em torno do 5º mês. Isso significa que o bebê começa a aprender desde quando está no útero. Por isso o PreVue também sugere que as mães tentem educar o feto através de uma música enquanto batem sobre a barriga, durante o processo eles ainda podem acompanhar as reações que são exibidas no display.
A faculdade também pesquisou sobre músicas especificas que as mães cantam durante a gravidez, eles acabaram descobrindo que a mãe pode acabar usando a mesma melodia para acalmar o bebê após o parto e durante uma parte da sua infância.
Conceitualmente o projeto é ótimo, mas será que na prática ele vai se sair tão bem quanto no papel? Vamos esperar ele começar a ser produzido para tirarmos nossas próprias conclusões.
Marcell Almeida Para o TechTudo
A busca pelo tratamento igual entre atletas olímpicos e paraolímpicos na mídia

Por exemplo, ainda neste mês de março, foi estabelecida para os próximos quatro anos pela Comissão de Esporte e Lazer da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pelo deputado Chiquinho da Mangueira (PMDB), o compromisso da busca pelo tratamento igual entre atletas olímpicos e paraolímpicos.Para o deputado, é fundamental que todos sejam tratados da mesma maneira: “Se ambos os atletas superam limites e buscam resultado, por que serem tratados de forma desigual? Temos que ir atrás de investimento em igualdade de condições”, afirmou o parlamentar para a equipe de comunicação da Alerj.
Já o deputado Márcio Pacheco (PSC), suplente da comissão e atual presidente da Comissão da Pessoa com Deficiência da Alerj, o preconceito precisa acabar, uma vez que os atletas paraolímpicos brasileiros são referências em todo o mundo: “É necessário que se incentive esse fomento do desporto paraolímpico, para que tenhamos uma forte base para as próximas competições que estão por vir. Deficiência não é uma doença, é uma limitação. Temos no esporte uma excelente via para que essas pessoas, tidas como excluídas, alcancem seu reconhecimento”, afirmou o parlamentar também para a equipe de comunicação da Assembleia Legislativa.
Pensando no rendimento dos atletas para as próximas Paraolimpiadas, o presidente do Instituto Superar, Marcos Malafaia, afirmou que o atleta paraolímpico tem o mesmo valor que os demais: “A prova de que não temos qualquer tipo de preconceito é que aceitamos o desafio e acreditamos no projeto até hoje. Se começarmos a entender que independente da limitação do cidadão, ele continua sendo um atleta, muita coisa pode mudar. O nosso trabalho é detectar talentos dentro das comunidades e depois levarmos estes jovens para equipes profissionais”, disse.
Então nossa proposta também vai ser essa, ter um papel importante na desmistificação da deficiência, combatendo o preconceito e levando a sociedade em geral, apaixonada por esporte, a adquirir uma nova postura diante dos indivíduos portadores de deficiência: Nem coitadinhos, nem heróis, apenas pessoas comuns com potencialidade de desenvolvimento e algumas dificuldades específicas. Só.
Por Viviane Mariano do BELA NA BOLA
Mulheres com Deficiência sempre Ignoradas

Adivinham-se o terrível sofrimento e humilhação que experimentam muitas jovens e mulheres, vítimas de isolamento, violência e discriminação.
Sabe-se, mesmo se a realidade não é traduzida em números, que as jovens e mulheres com deficiência são mais sujeitas a violência e por períodos mais alargados, devido, entre muitas outras razões, aos mitos que ainda persistem e sobretudo à dependência económica e física.
O medo sustenta situações cruéis que por causa dele continuam invisíveis aos olhos da humanidade.
O Parecer do Comité Económico e Social sobre a pobreza entre as mulheres na Europa, traça um negro quadro do tempo em que vivemos. Em 2001 16% das mulheres adultas tinham um rendimento inferior ao limiar da pobreza. O mesmo Parecer afirma que as mulheres com deficiência estão ainda mais em risco de exclusão social. Sem direito a uma educação de qualidade, ao emprego e com pensões de miséria, muitas mulheres com deficiência portuguesas vivem em condições degradantes.
E o que faz o Governo? Em nome de uma qualquer justiça social, prepara-se para reduzir e limitar os mecanismos de protecção social que visavam precisamente introduzir alguma justiça social para um grupo desprotegidos e discriminado.
Enquanto aumentam as taxas moderadoras das urgências, aumentos justificados com argumentos falaciosos para mentes distraídas, o país assiste embevecido à telenovela da OPA da Sonaecom sobre Portugal Telecom, sem se questionar que as "opas" e outras engelharias financeiras só são possíveis porque a concentração da riqeza nas mãos de meia dúzia condena à pobreza milhares de cidadãos.
No Dia Internacional da Mulher, recorda-se que as mulheres com deficiência sofrem o mesmo espectro de violação dos direitos huamnos que as mulheres sem deficiência, aumentado pelo isolamento e dependência a que são sujeitas. A dimensão do problema exige uma atençaõ urgente da parte do Estado.
Lisboa, 7 de Março de 2006
Fonte: http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1636086177410800825
Sabe-se, mesmo se a realidade não é traduzida em números, que as jovens e mulheres com deficiência são mais sujeitas a violência e por períodos mais alargados, devido, entre muitas outras razões, aos mitos que ainda persistem e sobretudo à dependência económica e física.
O medo sustenta situações cruéis que por causa dele continuam invisíveis aos olhos da humanidade.
O Parecer do Comité Económico e Social sobre a pobreza entre as mulheres na Europa, traça um negro quadro do tempo em que vivemos. Em 2001 16% das mulheres adultas tinham um rendimento inferior ao limiar da pobreza. O mesmo Parecer afirma que as mulheres com deficiência estão ainda mais em risco de exclusão social. Sem direito a uma educação de qualidade, ao emprego e com pensões de miséria, muitas mulheres com deficiência portuguesas vivem em condições degradantes.
E o que faz o Governo? Em nome de uma qualquer justiça social, prepara-se para reduzir e limitar os mecanismos de protecção social que visavam precisamente introduzir alguma justiça social para um grupo desprotegidos e discriminado.
Enquanto aumentam as taxas moderadoras das urgências, aumentos justificados com argumentos falaciosos para mentes distraídas, o país assiste embevecido à telenovela da OPA da Sonaecom sobre Portugal Telecom, sem se questionar que as "opas" e outras engelharias financeiras só são possíveis porque a concentração da riqeza nas mãos de meia dúzia condena à pobreza milhares de cidadãos.
No Dia Internacional da Mulher, recorda-se que as mulheres com deficiência sofrem o mesmo espectro de violação dos direitos huamnos que as mulheres sem deficiência, aumentado pelo isolamento e dependência a que são sujeitas. A dimensão do problema exige uma atençaõ urgente da parte do Estado.
Lisboa, 7 de Março de 2006
Fonte: http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1636086177410800825
DIA DA MENTIRA

Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no dia das mentiras ou dia dos bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day, "Dia dos Tolos [de Abril]"; na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
Fonte: site do wikipedia.org
quinta-feira, 31 de março de 2011
Análise de mamografia via internet
Um diagnóstico mais preciso dos primeiros sinais do câncer de mama pode estar a apenas um clique do alcance de médicos e radiologistas. A promessa é do CAD.Net, primeiro protótipo nacional de software, acessível via internet, para processamento de imagens mamográficas.Além de detectar, ele classifica estruturas possivelmente ligadas à presença de tumores malignos ou benignos. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo que mais mata mulheres no Brasil.
O resultado destaca áreas a serem analisadas com maior cautela e indica possíveis lesões, junto com a classificação de seu potencial cancerígeno. O protótipo é fruto do trabalho do doutorado da engenheira Michele Fulvia Angelo, realizado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP.
O objetivo é disponibilizar um serviço de processamento de imagens gratuito e de fácil acesso. Segundo a pesquisadora, os softwares disponíveis para compra são todos importados e de alto custo, além de realizarem uma análise limitada.
O CAD.Net pode ser acessado via internet 24 horas por dia pelo site do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens Médicas e Odontológicas (Lapimo), da EESC. Basta que o usuário se cadastre, com login e senha, para poder enviar mamografias - completas ou apenas as áreas de interesse - e ter acesso aos resultados. O site também dispõe de uma base de imagens com laudos on-line.
O grupo do Lapimo coordenado pelo professor Homero Schiabel vem trabalhando na área da mamografia há mais de 20 anos. Estudos em Computer-Aided Diagnosis (CAD), auxílio ao diagnóstico por computador, em inglês, começaram em 1997 e, a partir daí, surgiram vários outros, compondo módulos isolados. O doutorado de Michele reuniu esses estudos prévios num único software.
A pesquisa contou com o suporte de especialistas da Santa Casa de São Carlos, do Hospital das Clínicas da Unesp de Botucatu e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), instituições com as quais o Lapimo firmou convênio.
Mais informações: (0XX16) 3236-3437 (ramal 222) pelo e-mail, com Michele Fulvia Angelo ou pelo endereço.
Fonte: Agência USP
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